domingo, 24 de outubro de 2021

MODELO DE MINIGINCANA PARA CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO

 Surpresa no balão
Antes do início da festa o organizador fica responsável por escolher várias prendas e as escrevê-la em papeizinhos. Vale dançar uma música brega, declamar um poema, cantar, vestir uma fantasia e tudo aquilo que a criatividade permitir. Aí é só dobrar os papéis, colocá-los nos balões e enchê-los com ar.
Depois é só fazer a decoração da festa, ou simplesmente espalhá-los no local, mas com bastante cuidado para não estourarem. Na hora da brincadeira, cada participante vai escolher uma bexiga. Aí é só estourar um de cada vez e ir cumprindo as tarefas. Aquele que não quiser terá que pagar um mico maior ainda. A diversão com certeza estará garantida!

Bingo
Não tem quem não goste! É uma das brincadeiras mais animadas, e por esse motivo, presente em praticamente todas as confraternizações. O kit para brincar já vem pronto e pode ser encontrado em lojas populares ou grandes supermercados.
Os prêmios? Cada participante fica responsável por comprar algum objeto barato e que sirva para qualquer pessoa: caneca, objetos de decoração, porta-retrato ou caixa de chocolate, por exemplo. O importante é escolher a pessoa mais animada da turma para cantar o bingo.

Amigo da onça
Está cansado do amigo secreto tradicional e quer inovar? Essa brincadeira é uma excelente dica, porque além de inovadora, vai proporcionar momentos de muita alegria. Existem muitas versões, inclusive variando entre as regiões do Brasil.
Porém, em uma das mais tradicionais, cada um ficará responsável por preparar um presente engraçado. É importante alertar a todos para evitarem itens pejorativos ou que ofenda outro participante, já que o intuito é descontrair e confraternizar.
Além disso, o organizador deverá colocar em uma caixa ou saquinho, papéis com números escritos de acordo com a quantidade de participantes.
Ao chegar no local da brincadeira, todos os presentes, sem identificação, devem ser colocados em um único lugar. Na hora da brincadeira cada participante retira um número. O primeiro pode escolher qualquer um dos presentes.
O segundo terá uma vantagem: além de escolher qualquer presente, poderá trocá-lo com o número 1, e assim, sucessivamente, de modo que o último a escolher ficará com o melhor presente, já que ele poderá trocar com qualquer pessoa.
 
Cabo de Guerra
Dois grupos de participantes com a mesma quantidade de pessoas em cada, e misturados entre homens e mulheres, se posicionarão em volta da piscina segurando uma corda cruzando a água. No momento que o organizador autorizar o início, os participantes puxaram a corda e a equipe em que todos os participantes caírem na piscina  ou perderem a corda pra outra equipe perderá.
Dinâmica do chocolate
Essa é uma das mais animadas e certamente a mais competitiva. Antes de iniciar a brincadeira, o organizador deve escrever em papéis o nome de todos os participantes.
Além disso, cada pessoa deve levar uma pequena quantia em dinheiro (todos devem levar R$ 2,00 ou R$ 5,00, por exemplo) e também uma barra ou caixa de chocolate. Uma pessoa ficará responsável por recolher o dinheiro e os chocolates são colocados em uma mesa.
Em um sorteio cego alguém irá retirar um dos nomes. O que sair primeiro poderá escolher um chocolate, mas já estará fora da brincadeira. Ele será responsável por sortear o próximo, e assim, sucessivamente, até que reste apenas um nome. A última pessoa ficará com o pior chocolate, mas em compensação, ganhará todo o dinheiro recolhido entre os participantes.
O último deve dizer a lição de moral da brincadeira. Por exemplo: Nem sempre quando ficamos em último lugar significa dizer que foi um mal negócio... As vezes, é preciso perder para poder ganhar, ou dar um passo para trás para depois dar dois passos para frente.
Árvore personalizada
A montagem da árvore é mais um momento de confraternização do que uma brincadeira propriamente dita. É ideal para ser feita em escolas ou entre as famílias. Alguém ficará responsável por montar a árvore, mas sem nenhum enfeite. Para substituí-los na decoração, cada um deve levar uma foto da família, e ainda, pequenas mensagens em papéis recortados no formato de enfeites de natal.
 
Futebol na praia
O grupo de funcionários se organizarão em 2 times bem equilibrados. O Time que marcar mais gols ganhará um troféu e o título da competição.

Brincadeira do espoca o bucho
Dois grupos se enfileirarão um ao lado do outro. Na frente de cada grupo será colocado uma fila de 3 garrafas de refrigerantes. Quando o organizador autorizar a largada os participantes de cada grupo sairão de um por um, a cada 5 segundos e se dirigir em direção a primeira garrafa e beber o máximo de refrigerante em 5 segundos ou até o organizador mandar trocar. Após o grito de “troca”, o primeiro participante vai para a segunda garrafa e o próximo participante de trás vai para a primeira garrafa e assim sucessivamente. Após o primeiro participante passar as 4 garrafas voltará para o final da fila. A prova termina quando uma das equipes secar primeiro as 3 garrafas de 2 litros.

Brincadeira da corda
Descer até o chão ao som da musica. O que conseguir descer mais baixo de frente sem cair ganhará o premio.
1. RECITE O SEGUINTE POEMA:

No alto daquele Cume
Plantei uma roseira
O vento no Cume bate
A rosa no Cume cheira

Quando vem a chuva fina
Salpicos no Cume caem
Formigas no Cume entram
Abelhas do Cume saem

Quando cai a Chuva grossa
A água do Cume desce
O barro do Cume escorre
O mato no Cume cresce

Então quando cessa a chuva
No Cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no Cume ardia

2. CANTE OU RECITE A MUSICA:

Botei fogo naminha roça
mais o fogo nâo ardeu
ficou uma tocaria
que o fogo não comeu
toco cru não pega fogo
zequinha me respondeu
toco cru só pega fogo
se você dançar mais eu

toco cru pergando fogo
toco cru pegando fogo (bis)

3. Dance a música “boca da garrafa”

4. Comer uma banana de forma bem sensual.

5. Como um chocolate sem usar as mãos para tirar a embalagem

6. Passe batom em volta da boca e fique até o fim da brincadeira. Não vale colocar nos lábios.

7. Realize uma dança sensual com uma cadeira

8. Recite o poema dos cornos:

Oração de um corno

     
       Deus me livre de ser corno
       Mas, se eu for, tomara que nunca desconfie
       Mas, se eu desconfiar
       Tomara que eu nunca tenha certeza
       Mas se eu tiver certeza
       Tomara que eu nunca sinta
       Se eu sentir, tomara que eu nunca saiba
       Se eu souber, tomara que eu nunca acredite
       Mas se eu acreditar, tomara que eu nunca veja
       Mas se eu ver, meu Deus
       Tomara que eu nunca reaja
       Que é para não magoar
       os sentimentos daquela mulher que eu tanto amo.  

 

9. Imite uma perua louca!!

10. Se declare para alguém!

11. Chupe um limão.

11. Parabéns, você se safou dessa vez!!!

MODELO DO PROJETO MAPEAMENTO NA ESCOLA

 


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MODELO DE PROJETO PARA AULA DE CAMPO DE GEOGRAFIA

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO

2ªCREDE – ITAPIPOCA

ESCOLA: EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO


AULA DE CAMPO


Tema: Visita aos biomas da caatinga e manguezal, Usina Eólica de Trairi, APA do Campo de Dunas de Trairi, Barra do rio Mundaú e Museu do mar.


  1. Subtítulo: Domínios morfoclimáticos / Biomas

  2. Público: Alunos do 1º Ano (A, B e C)

  1. Data: 06 e 07/11/2019

  2. Professores responsáveis: Diego Aragão e Jorge.

  3. Professores parceiros: Alberto Martins, Patrícia, Aurélio, Francilma Mendes, outros.


  1. Justificativa: Sabendo da necessidade de associar teoria à prática pretende-se promover a interação dos alunos com o meio físico relacionado ao conteúdo de domínios morfoclimáticos bem como a interdisciplinaridade das disciplinas da base comum envolvendo temas paralelos, como o estudo de energia, relevo e biota marinha. Além de proporcionar aos alunos uma aula diferente, as aulas de campo também são um instrumento fundamental no processo de ensino aprendizagem.


  1.  Objetivos:

  • Relacionar teoria à prática.

  • Compreender e maximizar os conteúdos estudados em sala sobre biomas, biota marinha, energia, geomorfologia e educação ambiental.

  • Dinamizar as aulas de geografia e biologia proporcionando ao aluno o contato direto com instrumentos naturais que auxiliam na aprendizagem.

  • Proporcionar a interdisciplinaridade.


  1. Detalhamento do percurso:

  2. Horário da saída: 7h e 30min

  3. Horário da chegada: 18h e 30min.

  4. Percurso: Primeiramente os alunos serão levados para o Distrito de Salgado dos Moreiras no município de São Gonçalo do Amarante para o estudo da caatinga. Em seguida seguirão viagem para a Usina Eólica de Trairi e para Barra do rio Mundaú, onde obterão aula prática sobre relevo, geomorfologia, educação ambiental e biota marinha. Ás 11:30 seguirão para o almoço na Escola Profissional de Trairi. Por volta das 13 horas os alunos serão encaminhados para a foz do rio Mundaú onde serão levados de catamarã para o manguezal. A aula terminará por volta das 16:00 com um momento de lazer para os educandos. 

Paraipaba, 05 de novembro de 2019.


PROJETO GRÊMIO ESTUDANTIL: INOVADORES DA EDUCAÇÃO

 RESUMO

Através do projeto “ENTRE CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS E CANTORIAS VALORIZAMOS A CULTURA LOCAL”, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental João Moreira Barroso buscam colocar em prática a construção e propagação da história local de sua comunidade afim de conhecer e identificar a origem de seus pioneiros com o intuito de deixar registros concretos para que as gerações futuras conheçam suas origens, e dê continuidade ao trabalho por meio de ações que resgatem e enalteçam a cultura local.

Através de um trabalho desenvolvido na escola os educandos perceberam a importância de conhecer melhor as raízes de seu lugar por meio de entrevistas in loco com moradores pioneiros que compartilharam suas memórias, as quais foram registradas em arquivos e documentários, ouvidas em diálogos agradáveis com troca de experiências e comemoração festiva. 

Além de contribuir para a formação cultural dos jovens esse momento também favorecerá os idosos, tendo em vista que muitas pessoas acima de 60 anos não recebem a atenção necessária da família e demais membros da comunidade, mantendo-se cada vez mais a margem desta com o passar dos anos. Essa situação pode acarretar diversas doenças ligadas aos aspectos emocionais como depressão e ansiedade. Nessa confraternização espera-se conseguir despertar a alegria na vida dos idosos e a satisfação em sentirem-se valorizados e sujeitos de sua própria história.

Portanto, pode-se considerar que esse projeto será proveitoso nos mais diversos aspectos e irá atingir grandiosamente todos os integrantes da comunidade, propiciando ao mesmo tempo aprendizagem, fraternidade e cidadania.


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MODELO DE PROJETO DE RECREAÇÃO NA ESCOLA

FONTE DA IMAGEM: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.buzzero.com%2Feducacao-e-inclusao-social-60%2Feducacao-infantil-62%2Fcurso-online-recreacao-no-ambito-escolar-com-certificado-53481&psig=AOvVaw3LgFE9J7JMLONsYBjFHj4R&ust=1635199948263000&source=images&cd=vfe&ved=0CAsQjRxqFwoTCPjx9taI5PMCFQAAAAAdAAAAABAD


 RESUMO

 Através das observações iniciais realizadas nos intervalos das 9:00h e das 15:00h da EMEF JOÃO MOREIRA BARROSO, foram notados que o intervalo, recreio, não é somente um momento de alimentação, porém, desrespeitos, brincadeiras de tapas e socos, corre corre, agressividade e exclusão de alunos pelos próprios companheiros, reclamações, também foram presentes.  Notou-se a carência de diversificação de atividades no ambiente escolar no tocante ao momento de intervalo dos alunos do Ensino Fundamental 1 e 2. Esses hábitos de incoerência na convivência social transformado em uma prática onde predomine o respeito, a cooperação, solidariedade é o nosso grande desafio.        Assim propomos um trabalho com atividades lúdicas durante os intervalos, recreio e que estas atividades recreativas venham a interferir no desenvolvimento cognitivo, social e emocional de nossos educandos. Este trabalho deverá ser realizado com alunos de 1° ao 9º ano do Ensino Fundamental, ambos os sexos, onde será realizada análise da percepção e postura dos educandos mediante as atividades de socialização. Este projeto deverá ser idealizado no decorrer de 2010, onde as atividades recreativas desenvolvidas com os educandos deverão proporcionar mais que lazer no recreio, buscando assim uma forma de trabalhar a inclusão no âmbito escolar.


Palavras chaves: Escola, Educandos, Aprendizagem, Recreação e Socialização. 


SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE

EMEF JOÃO MOREIRA BARROSO



"PROJETO DE RECREAÇÃO PARA SOCIALIZAÇÃO E APRENDIZAGEM NO ÂMBITO ESCOLAR"



COLABORADORES:


CÁSSIA

DIEGO JULIO CONRADO ARAGAO

FRANCISCA DAS CHAGAS

JOSÉ MARCOS

JOSINELMA

GABRIELA

MAURÍCIO

MOÉSIO

RAIMUNDO

VALÉRIA



SÃO GONÇALO, CE

2017

 

TEXTO DE REFLEXIVO

Ao toque do sino, sineta ou sinal, um tempo para se divertir no pátio, no parque ou no recreio. Cada um faz o que quer. Tem criança que joga, brinca, conversa, imagina, fala de coisa séria ou engraçada, de problema, ou faz piada. O Roberto no futebol, com seus chutes e sonho de artilheiro, como se fosse o melhor do time. O Zeca, um grande goleiro, com seus pulos e as mãos agarrando.
O Mateus gosta de ser juiz. A bola voou e passou por um triz pelo Nando. Tem menino que é assim: está mais para conversar. André sobe na árvore depois desce, chama o Vitor. Os dois juntos, pega-pega, gira-gira, esconde-esconde. Tem menino quieto que olha e o recreio fica a observar. Tem outro que grita e ri. Cada macaco no seu galho. A Lia sonha. Um filme passado na cabeça, dirigido pelo coração, com a cena que ela quiser e os atores que escolher: a Tarsila, sua prima, e o Guto, o melhor amigo do irmão. O final que ela desejar. Tem mãos que ficam grudadas. Tem segredo, história, doce, risada. E tem a Dora, que ficou brava e está com saudade de casa, da ninhada da Liloca e de segurar quentinho todos os três cachorrinhos. Outra vida é no faz-de-conta: a Marina é a mãe e a Luiza, a professora. Quem é que pode ser o pai? Tem menina na peteca, na corda, no elástico e na roda. Música e festa, bolo e velinha de galho, forma de concha e sereia, brigadeiro de areia. Tem lanche que é demorado e tem o amigo que quer trocar o sanduíche pelo biscoito, a banana pela maçã. Figurinha repetida tem até jogo de bafo. E o Joaquim com o joelho ralado e machucado. Tudo vai logo passar. Tem gente que fica triste e chora. E sempre tem um que consola. A dor no coração da Ana e o nó na garganta, quando Pedro fica de mal. Tem o esforço no dedo mindinho. Quer, não quer, titubeia, mas fica de bem no final. Amigos de novo e para sempre, até que bata o sinal.
No intervalo do mundo, a vida correndo no pátio, no parque ou lá no fundo do quintal. 

A gente pode ver e contar, mas nunca dá para medir com a régua, com o metro ou apontando o dedo quem é que foi a criança mais feliz do recreio.

Ana Carolina Carvalho, autora deste conto, é psicóloga, formadora de professores e de leitores e autora do blog Pena de Papel. 

 

INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

 

 

  A recreação é uma prática prazerosa em que os alunos participam de atividades descontraídas. Ela pode ser uma importante estratégia de inclusão e socialização, além de desenvolver as habilidades psicomotoras. Assim, a recreação transfere-se para o cotidiano e aproxima-se de uma vida permeada de informações. Esse processo de educação se dá através da convivência de diversos desses indivíduos, mais especificamente crianças, dentro de locais especializados que transmitem tais valores indiretamente, por meio da recreação. 

De acordo com Brotto(2001), a recreação é uma forma específica de atividade, uma atitude ou disposição, uma área de vida rica e abundante, a vida fora das horas de trabalho. É de suma importância da recreação no contexto social. A recreação é uma ferramenta muito importante no desenvolvimento humano: afetivo, cognitivo, motor, linguístico e moral. Dentro de um contexto social, quando um indivíduo está em recreação significa que está sentindo prazer em realizar alguma coisa. 

Os seres humanos são movidos, principalmente, pela emoção e pelo prazer; sendo assim, fica muito mais fácil assimilar alguma coisa a partir daquilo nos faz bem, sendo possível englobar os mais altos níveis de conhecimentos e, com crianças, é importante desenvolver e estimular atividades diferentes da vida cotidiana, mas que façam parte da natureza humana, já que é na infância o período de aprendizado e da assimilação que julgamos necessária para a vida adulta. 

O mais importante desse contexto é permitir que diferentes grupos de pessoas, principalmente crianças, se integrem, esquecendo o preconceito de valores, distinção de raça, estrutura familiar; pelo contrário, é possível estruturar todos esses tópicos. A recreação, nessa perspectiva, deve ser pautada em três pilares básicos de desenvolvimento: o biofisiológico, o social e o cultural, desenvolvendo o indivíduo com harmonia na realidade do seu cotidiano.

Conforme Vygotsky (1991) defende uma relação de constituição recíproca, pois a criança se desenvolve no contexto das interações sociais e quando as informações ou experiências são internalizadas; reestrutura a organização das ações sobre os objetos, reorganizando o plano do desenvolvimento interno e, consequentemente obtendo transformações nos processos mentais. Assim, pode-se observar que a informação e a conivência no meio social, interpretando os seus vários significados, são necessárias para o desenvolvimento da criança. 

 

OBJETIVO

 

 

O objetivo deste trabalho é analisar como podem a Recreação e Socialização no Âmbito Escolar interferir no desenvolvimento dos educandos no espaço escolar, visando examinar a formação cultural e o contexto social em que estão inseridos, propõe-se delinear entretenimento, atividades sócios culturais para os educandos e proporcionar prazer e contato com as atividades recreativas, resgatar valores, além de inibir atos de indisciplina. Moldando o comportamento social e as posturas das crianças dentro das atividades desenvolvidas na escola procura-se de forma lúdica e educacional, orientar sua conduta mediante atividades em grupo, amenizando a violência, desenvolvendo posturas e condutas sociais de respeito e harmonia para toda uma vida, cumprindo assim a escola o seu papel social, além de seus muros.

Recreação designa recreio ou prazer; sentir satisfação divertir-se,numa atividade esportiva (FERREIRA, 2000). Por meio da recreação é possível educar e este também se constitui um dos nossos objetivos. As crianças buscam em seu interior algo estimulante, que saia da rotina diária, podendo a recreação ser utilizada, até mesmo dentro da sala de aula. Hoje, o que se vê é uma sociedade totalmente voltada para o bem comum, que continua em transformação, mas que busca maneiras alternativas que contribuam no processo de reestruturação social. Os pais estão muito preocupados com a educação de seus filhos, que necessitam de uma contribuição externa, ou seja, novas alternativas na busca de melhor qualidade de vida em vários aspectos, tais como, psicológico, afetivo e social, já que os valores atuais são outros e foram transferidos, também, a outras pessoas. A responsabilidade de educar um indivíduo e transformá-lo é peça fundamental numa sociedade e deixou de ser apenas papel da família e passou a ser uma das funções sociais da escola, fazendo assim, parte de sua responsabilidade social educativa. Através de atividades recreativas, direcionadas, há uma socialização, os alunos aprendem a conviver, a interagir, a criar um ambiente harmonioso com seus companheiros, e isso se reflete fora do ambiente escolar. A recreação, quando direcionada para aprendizagem, tem um papel sócio-cognitivo-afetivo-educacional, participando diretamente na evolução da criança. Assim, os objetivos devem estar voltados para desenvolver a responsabilidade, a socialização, a integração, a criatividade, a afetividade e a capacidade decisória. "O objetivo da integração é inserir um aluno, ou um grupo de alunos, que já foi anteriormente excluído, e o mote da inclusão, ao contrário, é o de não deixar ninguém no exterior do ensino regular, desde o começo da vida escolar”.(MANTOAN, 2003, p. 24) 

 

Objetivo Específico


  • Estimular o potencial lúdico das crianças através do desenvolvimento de atividades com brincadeiras; 


  • Oferecer inúmeras dinâmicas que possibilitem brincar de forma criativa e prazerosa; 


  • Promover a sociabilidade através de jogos e brincadeiras, possibilitando que os participantes procurem soluções para os conflitos interpessoais durante as atividades; 


  • Valorizar o jogo como metodologia inovadora para melhorar aproveitamento dos participantes em atividades de animação e integração promovendo a solidariedade e a paz; 


  • Desenvolver juntamente com os funcionários momentos de recreio dirigido a partir dos brinquedos e brincadeiras desenvolvidas pelas crianças. 

 

MÉTODOS E MATERIAIS

 

 

Este projeto será realizado na escola pública EMEF João Moreira Barroso localizada no município de São Gonçalo do Amarante. As atividades serão desenvolvidas para alunos de ambos os sexos, com faixa etária entre 6a 13 anos de idade, que estão no 1º ao 9° ano do Ensino Fundamental. Os materiais utilizados para desenvolver atividades lúdicas são diversificado, tais como, arcos, bolas de plástico, bolas de futebol, bolas de voleibol, bolas de gude, garrafas "pet" utilizadas como cones, barbante, fitas para separação de ambientes, raquetes e bolas de tênis de mesa, bexigas, cordas, petecas, xadrez, mesas, cadeiras, o chão, apito, placas, aparelho de som, caixa de som, microfones, CDs, Dvds, televisão, aparelho de DVD, estante, gibis, revistas diversas, jornais, quadro branco, tinta para chão e parede, canetão, giz, palco, etc. As atividades serão realizadas no pátio da escola, inicialmente nos turnos da manhã e tarde. A metodologia inicial será baseada primeiro na observação do espaço e registro, sondagem com os educandos quanto às expectativas, sugestões dos mesmos em relação ao momento do recreio e posteriormente na ludicidade, atividade recreativa orientadas e direcionada, que constarão de gincanas, músicas, jogos atrativos e cooperativos de inclusão, interação e socialização, brincadeiras de aproximação, em grupo, dinâmicas, leitura de diversos gêneros, contar piadas, “causos”, show de talentos... Brotto (2001) ressalta que os jogos cooperativos são jogos onde as pessoas se unem, compartilha-se em todos os momentos, havendo relação e confiança pessoal e interpessoal.

 

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES



SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

ENS. FUND. 1

AMARELINHA

CARIMBA

CORRIDA DE SACO

CABO DE GUERRA


XADREZ

DAMA

DOMINÓ

PULA CORDA

FUTEBOL

CINEMA 

DANÇA DAS CADEIRAS

BOLICHE

COM PET

PING PONG

VÔLEI

BOLA DE GUDE

DAMA 

XADREZ

DOMINÓ

APRESENTAÇÕES CULTURAIS: TEATRO E MUSICAL

ENS. FUND. 2

PULA CORDA

DAMA

XADREZ

CARIMBA

DOMINÓ

AMARELINHA

CORRIDA DE SACO

CABO DE GUERRA

CAÇA AO TESOURO

VÔLEI

BOLA DE GUDE

DAMA 

XADREZ

DOMINÓ

CINEMA 

DANÇA DAS CADEIRAS

BOLICHE

COM PET

PING PONG

FUTEBOL

APRESENTAÇÕES CULTURAIS: TEATRO E MUSICAL

COLABORADORES

MAURICIO

MOÉSIO

LUZIA

DIEGO

CASSIA

ZÉ MARCOS

VALÉRIA

JOSINELMA

ISLY

RAIMUNDO

ZÉ MARCOS

CHAGUINHA

GABRIELA


JOSINELMA

ZE MARCOS

LUZIA




BIBLIOGRAFIA

AQUINO, J. G. Indisciplina. O Contraponto das escolas democráticas. São Paulo: Moderna, 2003. (Coleção Cotidiano Escolar). 


BOURDIEU, P. A miséria do mundo. Trad. Mateus S. Soares de Azevedo, Jaime A. Freitas Teixeira e Jairo Veloso Vargas. Rio de Janeiro: Vozes, 1997. 


__________. La distinction: critique sociale du jugement. Paris: Minuit, 1979. 


BROTTO, F.O. Jogos Cooperativos. Santos, SP: Editora Projeto Cooperativo, 2001. 


DIAS, K. P. Educação Física x Violência - Uma abordagem com meninos de rua. Rios de Janeiro: Sprint, 1996. 


FERREIRA, A.B.H. Dicionário escolar Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, 4ª ed, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. 


LUDKE, M. e ANDRÉ M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. 


MANTOAN, M.T.E. Inclusão Escolar - O que é? Por quê? Como Fazer? São Paulo: Moderna, 2003. (Coleção Cotidiano Escolar). 


MICHAUD, Y. A violência. São Paulo: Ática, 1989. 


ORTIZ, R. (Org.). Pierre Bourdieu: Sociologia. Trad. Paula Monteiro e Alícia Cruz Mendi. São Paulo: Ática, 1983. (Coleção Grandes Cientistas Sociais, 39). 


TRIVIÑOS, A.N.S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais. A pesquisa qualitativa em Educação. São Paulo: Atlas, 1992. 


VYGOSTSKY, L S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 


Outros

 

Fonte: http://profveramonteiro.blogspot.com.br/2013/01/projeto-recreacao-2010.html