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sábado, 21 de agosto de 2021

O COMBATE AO NEGACIONISMO

  
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Antes desafiada pela pobreza dos meios de pesquisa, hoje a Ciência enfrenta o negacionismo científico. Em consonância ao exposto, é fato que a campanha de antivacinas é um exemplo claro desse negacionismo. Infelizmente, o surgimento da problemática está associada à ineficiência em promover uma educação argumentativa e questionadora.

   Em primazia, é imprescindível apontar a tecnologia como uma ferramenta expositiva de informações que nem sempre serão verídicas. A própria manipulação da verdade por meios de comunicação em massa está associada à finalidade de imposição de caráter ideológico. Dessa forma, torna-se hercúlea a tarefa de filtrar e analisar a veracidade de algumas informações que são oferecidas pela tecnologia. 

   Outrossim, em paralelo ao que foi referido está o pensamento do notável filósofo Rene Descartes, que em seu método racional afirma a necessidade de estudar os fatos apresentados, para somente assim chegar a concluir se é cabível ou não a adoção daquilo que lhe foi afirmado. Nesse sentido, a educação deve prover insumos para reiterar uma educação argumentativa e que leve a indivíduo a uma visão plena do discernimento e da racionalidade dos fatos. 

   Infere-se, assim, que a Escola possui papel fundamental na formação de indivíduos mais ou menos capazes de determinar a veracidade de uma informação. É ímpar e essencial a intervenção do Ministério da Educação e Cultura, baseado em investimentos governamentais, para criar publicações em redes sociais a fim de estimular no interlocutor a cultura de buscar por fontes seguras e/ou informações pertinentes. Por conseguinte, será possível a extinção do negacionismo científico como uma problemática do século XXI.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

COMBATE À XENOFOBIA

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A ideologia Eurocêntrica trouxe consigo o desprezo e a insignificância para com povos de religiões e etnias distintas. No entanto, ainda nos dias de hoje, essa atitude ainda é cultuada, gerando, assim, a Xenofobia como uma problemática. Em consonância ao exposto, o combate à essa atitude se torna urgente para a Sociedade no século XXI.

Em primeiro lugar, é fato que não ocorre a adequada participação do poder jurídico em relação a punição de crimes dessa espécie. Dessa forma, a falta de um agente garantidor de justiça é descrito por Emile Durkheim como a anomia social, onde um fato social passa despercebido, logo, impune. Essa questão torna-se ainda mais delicada, pois a ineficiência em punir por crimes de xenofobia promove a sensação de liberdade de praticar o crime novamente.

Ademais, as consequências desse crime não estão restritas aos prejuízos pessoais, mas abrangem, ainda, a criação de um retrato depreciativo de um determinado grupo social. Exemplo disso é a associação de grupos islâmicos ao terrorismo, ou ainda, imaginar povos africanos como menos capazes. Dessa forma, a permanência da problemática torna-se inviável.

Portanto, urge a atuação do Estado como agente combatente ao imbróglio. É mister a criação de campanhas publicitárias a partir de investimentos governamentais para que haja a conscientização da população brasileira sobre a importância de se respeitar as inquietudes alheias e as consequências de se tecer comentários pejorativos sobre essas diferenças. Logo, a partir da adoção dessas ações, será possível atenuar a existência da Xenofobia como problemática.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

A DIVERSIDADE DE PENSAMENTO

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A ideia de normal está baseada em convenções sociais de comportamento coletivo inseridas em uma realidade. No entanto, quando há o distanciamento desses padrões pelo indivíduo, haverão julgamentos alicerçados em preconceitos já estabelecidos naquela sociedade. Dessa forma, a normalização de ideias na sociedade brasileira se mostra prejudicial pois não fornece visibilidade para o novo, o que facilmente corrobora para a conservação de ideologias seculares e inapropriadas para o hodierno tecido social.

   Em primazia, é necessário externar a ineficácia do sistema educacional em prover um senso crítico com afinidade para o novo, fato que promove a existência de preconceitos. Em consonância ao exposto, está o pensamento do pensador iluminista John Locke, um expoente defensor da liberdade de pensar e agir conforme os ideais do indivíduo. Assim, aquilo defendido por Locke mostra-se distante do que é evidenciado na sociedade atual, onde as novas ideias são sempre reprimidas.

   Outrossim, as consequências de censurar um pensamento diferente daquilo já imposto gera na sociedade a ideia de alienação. Não obstante, para a filosofia, o não posicionamento sugere a submissão de ideias pré-estabelecidas. Paralelamente, a incapacidade de se mostrar favorável ou contra determinado assunto se traduz como a subordinação dos próprios interesses aos interesses de outrem, fato que explicita a perca de identidade e de autonomia do homem. Logo, é clara a insustentabilidade do status quo referido.

   Portanto, é mister a atuação do Estado para atenuar a atual condição da sociedade. Afim de gerar um exame crítico, urge que o Estado crie, por meio de investimentos governamentais, campanhas publicitárias que estimulem nos cidadãos a plena capacidade de aceitar ideias diferentes daquelas anteriormente propostas por agentes sociais. Somente assim o combate a padrões será possível e, assim, sanado o problema secular.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

O LUGAR ONDE VIVO

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"A oportunidade faz o ladrão". Esse aforismo que permeia o ideário popular mostra-se incoerente diante da realidade paraipabense. A melhor colocação dessa frase seria: "a ausência de oportunidade faz o ladrão", pois admite-se, assim, a fragilidade com que as políticas públicas - ou a inexistência delas - vigora diante desse quadro que, por lógica consequência fortalece, alicerça e reitera a crescente adesão dos jovens ao, infeliz, mundo do crime.

O lugar onde vivo me obriga a ver antigos colegas de classe envolvendo-se com caminhos distantes do que eu busco seguir. E, com essa fala, não busco ser o termômetro entre o certo e o errado, jamais, mas tento expor o que a falta de oportunidade de trabalho e de perspectiva de vida pode provocar. Sendo assim, a falta de uma instrução somado ao não inecntivo, que deveria ser promovida pela família, corrobora para ampliação das lacunas que são as desigualdades sociais. Sejamos francos, você acredita que uma pessoa que vive em condições de não segurança, de não oportunidade e de espelhamento de realidades análogas ao  desamparo social, terão garantia de que poderão ascender nas mesmas proporções que aqueles que vivem sob um cenário de condições contrárias a essa? A resposta é óbvia, e por ser tão óbvia e não haver assistência suficiente para mitigar essa situação-problema é que assusta.

Se não houverem políticas públicas capazes de reverter esse quadro, o status quo se reproduzirá ao longo das gerações.

Dessa forma, para a construção de uma sociedade justa e equânime, alguns agentes externos devem exercer sobre um indivíduo um efeito promotor de mudança de perspectiva.

Para tanto, a educação não pode ser apenas responsável pela formação acadêmica, dado sua importante função social de descontrução de desigualdades baseada em um ensino reparador, que confere autonomia, justiça social e, por conseguinte, a equidade. Sendo assim, a relação escola-indivíduo deve atuar encorajando o sujeito a ampliar sua visão de mundo e busca de novas oportunidades.

Sendo assim, é preciso, urgentemente, ofertar oportunidades, sejam de trabalho ou de aprendizagem, para que a criminalidade em função das desigualdades possa ser minimizada no lugar onde vivo.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

O COMBATE A MARGINALIZAÇÃO DE GRUPOS SOCIAIS

FONTE DA IMAGEM: https://oidiario.com.br/wp-content/uploads/2018/08/direitos-iguais.jpg


Segundo a Constituição Federal de 1988, é direito irrevogável a liberdade de manifestar seu pensamento, bem como a difusão de informações. Embora o documento jurídico mais importante da nação brasileira defina como direito inviolável a possibilidade de posicionamento, seja qual for a espécie deste, a realidade se mostra alheia, vista a falta de diversidade nas ações publicitárias. Desse modo, cabe analisar a problemática com enfoque na não efetivação dos direitos e nas suas respectivas consequências.

Sob uma primeira análise, cabe apontar a ineficiência do Estado em universalizar os direitos que, por lei, concernem à todos os membros do corpo social. Paralelamente, essa deficiência do Estado, fere diretamente os ideais propostos por Jonh Locke, notável pensador liberal, haja visto que o mesmo eleva a liberdade de expressão do indivíduo como um dos pilares essenciais para o bom funcionamento da sociedade. Assim sendo, a ausência de represtatividade de grupos sociais, torna-os cada vez mais marginalizados e alienados aos seus direitos.

Outrossim, a permanência da problemática possibilita ainda a existência de arquétipos racistas e machistas. E, para entender as raízes profundas desse problema, é preciso atentar-se para épocas não tão remotas, onde o homem branco era o centro da comunidade, e os negros e as mulheres estavam sempre ausentes dessa classe de protagonista social. Logo, mesmo com o passar dos séculos, a herança de uma sociedade regida por brancos para brancos é a de exclusão, seja pela publicidade, seja pelo mercado de trabalho.

Portanto, o Estado deve, através do Ministério da Cidadania, com urgência, criar campanhas de incentivo à vinculação da imagem da mulher e do negro como protagonistas do meio social, por meio de investimentos governamentais em incentivos para as indústrias de cultura, importantes difusores de cultura no Brasil. Somente assim será possível o combate à falta de visibilidade, desvirtuando também, a marginalização de grupos sociais.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

A EMANCIPAÇÃO DOS DIREITOS DA MULHER

 
Fonte da imagem: https://alo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/mulher-empoderada1-1.png


A participação feminina na sociedade grega foi extremamente periférica e minimizada. Muito embora vários séculos distanciem a atual sociedade da antiga sociedade grega, a herança misógina e patriarcal ainda reverbera, seja na política, no esporte ou na cultura. Dessa forma é essencial analisar os elementos responsáveis pela permanência dessa problemática bem como suas consequências.

Sob esse ponto de vista, é necessário apontar a Educação dada pela família e pela escola como fatores motrizes para impasse. Paralelamente, os pensadores Theodor Adorno e Max Horkhaimer, pertencentes à escola de Frankfurt, criticam a manipulação das ideias e pensamentos promovida pelas grandes mídias, fator que reflete no comportamento de todo um tecido social. Sendo assim, o mal nutre-se de uma condição de alienação dos indivíduos que compõem o imaginário comum.

Outrossim, com as raízes tão profundas e com nutrientes a seu dispor, o surgimento de frutos desse entrave são cada vez mais perceptíveis: a invisibilidade da mulher. Segundo o lema da revolução francesa, a igualdade, bem como a liberdade e a fraternidade deveria nortear as sociedades, no entanto isso não tem se efetivado, dado que o papel feminino no futebol ainda é muito recluso e nem de perto se assemelha às regalias que os homens recebem. Tais informações justificam a importância de se agir em prol do combate ao preconceito para com as mulheres.

Portanto, o Estado deve, com urgência, criar campanhas nas escolas, por meio de palestras e oficinas, buscando assim elucidar a importância de se conhecer o papel da mulher na sociedade desarticulando a interpretação patriarcal. Para tanto, a ação de educar visa expor a mulher como plena e capaz de praticar seus direitos enquanto cidadã, seja onde ela quiser, incluindo os campos de futebol.

Somente assim será possível sanar o problema que atravessa civilizações.

Por Victor Hugo Barbosa Batista

ATIVIDADE / EXERCÍCIO DE GEOGRAFIA SOBRE ENERGIAS (INTRODUÇÃO) - ENSINO MÉDIO

      

*OBJETO DE APRENDIZAGEM:* ENERGIAS


RESOLVA AS QUESTÕES ABAIXO COM BASE EM PESQUISAS NOS LIVROS, INTERNET OU NAS AULAS:

1ª) Explique com suas palavras o que é energia. (Vide slide)

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2ª) Observe o gráfico abaixo e responda:


a) Qual a principal forma de produção de energia do Brasil?

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b) Qual a porcentagem de energia eólica produzida no Brasil?

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a) Qual a porcentagem de energia biomassa produzida no Brasil?

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3ª) Explique a diferença entre energia renovável e não-renovável. (Vide slide)

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4ª) Cite 5 tipos de energias renováveis. (Vide slide)

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5ª) Cite 5 tipos de energias não-renováveis. (Vide slide)

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 *OBSERVAÇÕES (INSTRUÇÕES):*
  • Faça o cabeçalho completo, coloque o nome completo, número, turma e disciplina.
  • As questões devem ser copiadas e respondidas no caderno com letra legível.
  • A foto da atividade deve ser tirada de forma legível em ambiente claro e próxima ao caderno.
  • As atividades devem ser entregues no privado via WhatsApp.
  • As dúvidas também serão esclarecidas no privado.
  • Assista ao vídeo e leia o texto, se houver.
  • Recebo apenas no prazo estipulado, salvo exceções.

*BONS ESTUDOS!*

VÍDEO AULA SOBRE O CONTEÚDO





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