sábado, 30 de maio de 2026

ATIVIDADE 12 - IDH - 3° ANO ENSINO MÉDIO

ATIVIDADE 12
Objeto de Aprendizagem: IDH
Habilidades da BNCC: EM13CHS101 / EM13CHS202 / EM13CHS301 / EM13CHS401
Habilidades do ENEM: H1 / H3 / H5 / H6

O Brasil alcançou em 2024 sua melhor marca histórica no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), alcançando 0,805 e integrando pela primeira vez o grupo de países com “muito alto desenvolvimento humano”. O dado é o principal destaque do “Radar IDHM: evolução do Índice de Desenvolvimento Municipal e de seus componentes”, estudo lançado nesta terça-feira (26) na sede do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em Brasília (DF). O lançamento contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, do Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, do Representante Residente do PNUD no Brasil, Claudio Providas, e do secretário-executivo da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), Lavito Bacarissa.

“Alcançar esse resultado positivo não é um acaso; é resultado de políticas públicas fortes e de um projeto de país inclusivo, com combate a desigualdades. Isso não nos deixa acomodados, e sim conscientes dos desafios que ainda temos pela frente”, destacou o ministro Boulos durante o evento.

O Radar IDHM analisa a evolução do desenvolvimento humano no Brasil ao longo de 13 anos, de 2012 a 2024, abrangendo o país, os 26 estados e o Distrito Federal. O índice subiu de 0,744 para 0,805 no período, mesmo diante do recuo registrado em 2020 e 2021 em decorrência da pandemia de Covid-19. Nos anos seguintes, o índice retomou a trajetória de crescimento acelerado, saltando de 0,788 em 2022 para 0,798 em 2023, até romper a barreira do muito alto desenvolvimento humano em 2024.


“Nos últimos anos, tivemos a conclusão de um processo de desenvolvimento em que se avançou no âmbito educacional. Tivemos um avanço na cobertura do SUS no país. Tivemos também um processo de distribuição de renda, muito vinculado às políticas de transferência de renda, de valorização real do salário mínimo e de programas sociais como o Bolsa Família. Esses dados atestam a eficácia de um programa como o Bolsa Família e do conjunto de políticas de assistência e desenvolvimento social no Brasil, que é uma política modelo em nível internacional”, complementou Boulos.

O IDHM é composto por três eixos: longevidade, medida pela expectativa de vida ao nascer; educação, avaliada pelo nível de escolaridade da população adulta; e renda, calculada a partir da renda domiciliar per capita; e tem como diferencial levar os dados à escala municipal. Os maiores avanços proporcionais no período foram registrados em estados do Nordeste: Alagoas, Piauí e Rio Grande do Norte lideraram o crescimento do IDHM entre 2012 e 2024, consolidando uma tendência de redução das desigualdades regionais.

“Pela lente do IDHM, o resultado desse relatório significa dados positivos: as capacidades básicas de saúde têm sido atendidas para a maioria da população e os indicadores de educação têm avançado em uma velocidade três vezes maior do que o observado no início da série, o que se dá sobretudo pelo avanço da população negra no país e como reflexo dos programas de renda mínima que permitem que famílias de renda mais baixa continuem tendo acesso à escolaridade”, analisou a economista-chefe e coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD, Betina Barbosa.

O Radar também aponta que a população negra registrou crescimento do IDHM de 10,3% no período, ritmo quase duas vezes maior que o da população branca (5,5%), reduzindo a distância entre os grupos de 14% para 9%. Ainda assim, o IDHM da população branca (0,851) permanece uma faixa acima do da população negra (0,774) na escala do PNUD.

“Temos dados bons e dados desafiadores, mas esses desafios são desafios de um país maduro. O país estaria com o IDHM bem mais alto se não fosse pela crise sistêmica da Covid, que afetou principalmente o eixo de longevidade”, complementou Betina.

O lançamento do Radar IDHM reforça o alinhamento entre os avanços mensurados pelo índice e os compromissos do Brasil com a Agenda 2030 das Nações Unidas. “O Relatório Nacional Voluntário que será apresentado no Fórum Político de Alto Nível em julho está em linha com o Radar IDHM, indicando que as políticas públicas trazem resultados substanciais para os três eixos do IDHM. O IDHM se torna mais um indicador importante que qualifica e fortalece o nosso trabalho para transformar a Agenda 2030 em políticas públicas e programas sociais”, reforçou o secretário-executivo da CNODS, Lavito Bacarissa.

Fonte: Gov.br

1 – Analise o texto e identifique qual foi o principal fator que permitiu ao Brasil alcançar, em 2024, o grupo de países com muito alto desenvolvimento humano segundo o IDHM. 

A) A ausência de desigualdades regionais. 

B) O crescimento econômico sem políticas sociais. 

C) A combinação de políticas públicas voltadas para educação, saúde e renda. 

D) A redução da participação do Estado na economia. 

E) O aumento exclusivo da expectativa de vida. 

 

2 – Compare os avanços regionais descritos no texto e assinale a alternativa que melhor caracteriza o papel do Nordeste na evolução do IDHM entre 2012 e 2024. 

A) Manteve índices estáveis sem grandes mudanças. 

B) Apresentou os maiores avanços proporcionais, reduzindo desigualdades regionais. 

C) Teve queda contínua nos indicadores de educação e saúde. 

D) Foi a região com menor crescimento em renda domiciliar per capita. 

E) Não foi contemplado nos dados do Radar IDHM. 

 

3 – Relacione os três eixos que compõem o IDHM com os exemplos citados no texto e assinale a alternativa correta. 

A) Longevidade – Bolsa Família; Educação – expectativa de vida; Renda – escolaridade da população adulta. 

B) Longevidade – expectativa de vida; Educação – escolaridade da população adulta; Renda – aumento da empregabilidade.

C) Longevidade – programas sociais; Educação – SUS; Renda – políticas de saúde. 

D) Longevidade – distribuição de renda; Educação – salário mínimo; Renda – políticas públicas. 

E) Longevidade – crescimento econômico; Educação – políticas ambientais; Renda – exportações. 

 

4 – Interprete os dados sobre desigualdade racial apresentados no texto e assinale a alternativa que melhor expressa a tendência observada entre 2012 e 2024. 

A) A população negra manteve índices inferiores sem avanços significativos. 

B) A população branca teve crescimento proporcional maior que a negra. 

C) A população negra apresentou crescimento mais acelerado, reduzindo a distância em relação à população branca. 

D) A desigualdade racial aumentou, ampliando a diferença entre os grupos. 

E) Não houve diferença entre os índices da população negra e branca. 

 

5 – Localize no contexto da Agenda 2030 a relação entre o Radar IDHM e os compromissos internacionais do Brasil. 

A) O Radar IDHM não tem relação com a Agenda 2030. 

B) O Radar IDHM reforça somente os compromissos ambientais da Agenda 2030. 

C) O Radar IDHM fortalece o alinhamento das políticas públicas brasileiras com os objetivos de desenvolvimento sustentável. 

D) O Radar IDHM substitui os indicadores internacionais da ONU. 

E) O Radar IDHM é voltado exclusivamente para medir o crescimento econômico. 

 

6- O texto destaca que o Brasil alcançou em 2024 o grupo de países com muito alto desenvolvimento humano. Analise criticamente quais fatores estruturais podem ter contribuído para esse avanço e explique como eles se relacionam com políticas públicas de longo prazo. 

 

7- A pandemia de Covid-19 provocou recuos no IDHM em 2020 e 2021, especialmente no eixo da longevidade.


Explique como crises sanitárias globais podem impactar indicadores sociais e discuta a importância da resiliência das políticas públicas diante desses desafios. 


8- Observe a imagem.


Palafitas no estado do Maranhão, o último lugar no ranking do IDH do Brasil.

O Radar IDHM mostra que estados do Nordeste lideraram os avanços proporcionais entre 2012 e 2024. Avalie como esse resultado pode contribuir para a redução das desigualdades regionais históricas no Brasil e quais obstáculos ainda precisam ser superados para consolidar esse processo. 

9- O relatório aponta que a população negra teve crescimento proporcional maior no IDHM em relação à população branca, embora ainda exista diferença entre os grupos. Discorra como esse dado reflete avanços sociais e, ao mesmo tempo, revela persistências de desigualdades estruturais no país. 

10- O gráfico presente no texto, mostra a evolução dos três componentes do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) no Brasil: longevidade, educação e renda. Observa-se que, apesar de oscilações, todos os indicadores tiveram crescimento no período, com destaque para a educação, que apresentou avanço mais acelerado. Considerando os dados e o contexto socioeconômico brasileiro, qual interpretação é mais adequada? 

A) O avanço da educação foi resultado exclusivo da expansão do ensino superior privado. 

B) O IDHM brasileiro manteve-se estagnado entre 2012 e 2024, sem mudanças significativas. 

C) A renda apresentou crescimento contínuo e sem oscilações, indicando estabilidade econômica. 

D) A longevidade foi o eixo que mais cresceu proporcionalmente, superando os avanços educacionais. 

E) A queda na longevidade em 2020 e 2021 reflete os impactos da pandemia de Covid-19 sobre a expectativa de vida. 

 

Gabarito Comentado

1 – C. O texto destaca que o avanço do Brasil no IDHM foi resultado da combinação de políticas públicas em educação, saúde e renda. 

Distratores: 

A) Erro: ainda existem desigualdades regionais. 

B) Erro: houve políticas sociais, não apenas crescimento econômico. 

D) Erro: o Estado teve papel ativo. 

E) Erro: não foi apenas expectativa de vida, mas os três eixos. 

 

2 – B. O Nordeste apresentou os maiores avanços proporcionais, reduzindo desigualdades regionais. 

Distratores: 

A) Erro: houve avanços significativos. 

C) Erro: indicadores de educação e saúde cresceram. 

D) Erro: não foi a região com menor crescimento. 

E) Erro: o Nordeste foi citado como destaque. 

 

3 – B. Os três eixos do IDHM são longevidade (expectativa de vida), educação (escolaridade da população adulta) e renda (renda domiciliar per capita). 

Distratores: 

A) Erro: confusão entre os indicadores. 

C) Erro: mistura programas sociais com eixos. 

D) Erro: salário mínimo e políticas públicas não são eixos. 

E) Erro: exportações e políticas ambientais não fazem parte do cálculo. 

 

4 – C. A população negra apresentou crescimento mais acelerado, reduzindo a distância em relação à população branca. 

Distratores: 

A) Erro: houve avanços significativos. 

B) Erro: crescimento proporcional foi maior entre negros. 

D) Erro: desigualdade diminuiu, não aumentou. 

E) Erro: ainda há diferença entre os índices. 

5 – C. O Radar IDHM fortalece o alinhamento das políticas públicas brasileiras com os objetivos da Agenda 2030. 

Distratores: 

A) Erro: há relação direta com a Agenda 2030. 

B) Erro: não se limita ao aspecto ambiental. 

D) Erro: não substitui indicadores da ONU, apenas complementa. 

E) Erro: não é exclusivo para crescimento econômico. 

6- O avanço do Brasil no IDHM está ligado a políticas públicas consistentes em educação, saúde e renda, como a ampliação da cobertura do SUS, valorização do salário mínimo e programas de transferência de renda. Esses fatores estruturais criam condições para reduzir desigualdades e melhorar indicadores sociais de forma duradoura. 

7- Crises sanitárias globais, como a Covid-19, impactam diretamente a expectativa de vida e a qualidade dos serviços de saúde, afetando o eixo da longevidade. A resiliência das políticas públicas é essencial para garantir que os avanços não sejam perdidos em momentos de crise, mantendo a proteção social e a capacidade de resposta do Estado.

8- O crescimento proporcional do IDHM no Nordeste contribui para reduzir desigualdades regionais históricas, mostrando que políticas de inclusão podem ter efeitos positivos. No entanto, obstáculos como infraestrutura precária, desigualdade de acesso a serviços e vulnerabilidade econômica ainda precisam ser enfrentados para consolidar esse processo. 

9- O maior crescimento proporcional do IDHM da população negra reflete avanços em políticas de inclusão e acesso à educação e saúde. Contudo, a diferença ainda existente em relação à população branca evidencia desigualdades estruturais persistentes, ligadas ao racismo histórico e às barreiras socioeconômicas que limitam oportunidades. 

10- Alternativa correta: B.

A) Distrator: o avanço educacional foi resultado de múltiplas políticas públicas, não apenas da expansão do ensino superior privado. 

B) Distrator: o IDHM cresceu de forma significativa, passando de 0,744 em 2012 para 0,805 em 2024. 

C) Distrator: a renda apresentou oscilações, com queda em 2021 e retomada posterior. 

D) Distrator: a educação foi o eixo com maior crescimento proporcional, não a longevidade. 

E) Correto: a queda na longevidade em 2020 e 2021 está diretamente ligada aos efeitos da pandemia sobre a expectativa de vida. 

ATIVIDADE 14 - ASPECTOS GERAIS DA ECONOMIA DO CONTINENTE EUROPEU - 9° ANO ENSINO FUNDAMENTAL

ATIVIDADE 14
Objeto de Aprendizagem: Aspectos Gerais do Continente Europeu - Economia
Habilidades da BNCC: EF09GE01 / EF09GE02 / EF09GE03 / EF09GE04 / EF09GE05 / EF09GE06 / EF09GE07 / EF09GE08 / EF09GE09 / EF09GE10 / EF09GE11 / EF09GE13

Texto 1.

A Europa Ocidental passou por grandes mudanças desde o avanço da industrialização, especialmente no campo. Com o crescimento das cidades e das indústrias, muitas áreas rurais foram modernizadas, substituindo o trabalho manual por máquinas e técnicas agrícolas mais eficientes. Essa transformação aumentou a produtividade, mas reduziu o número de pessoas que vivem da agricultura. Para manter a competitividade, os governos europeus passaram a oferecer subsídios aos produtores rurais, garantindo apoio financeiro para o uso de tecnologias e para enfrentar crises econômicas. Países como Alemanha e França se destacam por suas economias fortes, com indústrias diversificadas, exportações de alto valor e políticas que equilibram o desenvolvimento urbano e rural. Essas mudanças mostram como a Europa conseguiu unir tradição e inovação, tornando-se uma das regiões mais desenvolvidas do mundo.

Fonte: Comissão Europeia, Relatório de Agricultura e Desenvolvimento Rural, 2024.

1- A forte industrialização ocorrida nos países que compõem a Europa Ocidental promoveu intensas transformações no seu espaço agrário. Explique quais foram essas transformações.

2- O subsídio (do termo latino subsidiu) é um apoio monetário concedido por uma entidade (instituição ou pessoa) a outra entidade individual ou coletiva, no sentido de fomentar o desenvolvimento de uma determinada atividade desta ou o desenvolvimento da própria. Explique qual importância dos subsídios para a produção agrícola europeia.

3- Na Europa estão algumas das maiores potências mundiais. Escolha pelo menos uma dessas potencias econômicas e cite suas principais características financeiras globais.

Texto 2.

 A Europa tem se consolidado como uma das regiões líderes na transição energética mundial, apostando em fontes alternativas limpas para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis e enfrentar os desafios das mudanças climáticas. Esse movimento ganhou força principalmente após crises energéticas e diante da necessidade de garantir maior autonomia frente às importações de petróleo e gás. Nesse contexto, energias como a eólica, solar, biomassa e hidrelétrica passaram a ocupar papel estratégico na matriz energética europeia. 

A energia eólica é uma das mais difundidas, com destaque para países como Dinamarca, Alemanha e Espanha, que instalaram grandes parques de turbinas em terra e no mar. Além de ser uma fonte renovável, sua principal vantagem é a capacidade de gerar eletricidade em larga escala sem emissão de gases poluentes, contribuindo para a redução da pegada de carbono. Já a energia solar tem avançado rapidamente em regiões mediterrâneas, como Itália e Grécia, aproveitando a alta incidência de radiação solar. Sua vantagem está na descentralização: painéis fotovoltaicos podem ser instalados em residências e empresas, democratizando o acesso à energia limpa. 

A biomassa também desempenha papel importante, pois utiliza resíduos agrícolas, florestais e urbanos para produzir energia. Essa fonte contribui para o reaproveitamento de materiais que seriam descartados, reduzindo impactos ambientais e fortalecendo a economia circular. A hidrelétrica, por sua vez, continua sendo uma base sólida para o fornecimento de energia, garantindo estabilidade e capacidade de armazenamento, além de ser uma das fontes mais antigas e confiáveis do continente. 

Entre as vantagens gerais dessas energias alternativas estão: a diminuição da emissão de gases de efeito estufa, a diversificação da matriz energética, a criação de empregos verdes e o estímulo à inovação tecnológica. Além disso, elas aumentam a segurança energética da Europa, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis importados e fortalecendo a autonomia dos países. 

Em síntese, o investimento europeu em energias alternativas limpas não é apenas uma resposta ambiental, mas também uma estratégia econômica e política. Ao apostar em fontes renováveis, o continente garante desenvolvimento sustentável, melhora a qualidade de vida de sua população e se posiciona como referência global na construção de um futuro de baixo carbono. 

4- Cite 4 formas energéticas utilizadas na Europa.

5- Alguns países europeus investem fortemente em energia limpa. Cite as principais vantagens de cada tipo de energia abaixo:

a)         Eólica: 

b)        Solar: 

c)         Biogás: 

6- Elabore uma breve síntese sobre os aspectos gerais do continente europeu.

7- Analise as proposições sobre o continente europeu:

I-          O clima predominante na Europa é o temperado e as principais formações vegetais do continente europeu são: Floresta Temperada, Vegetação Mediterrânea, Floresta de Coníferas, Vegetação de altas montanhas, Tundra, Estepe e Pradaria. 

II-         A população na Europa Ocidental está envelhecendo, o que vem sendo um desafio para os países europeus. 

III-        A União Europeia, o mais poderoso bloco econômico do mundo, baseia-se na liberdade de circulação de mercadorias, de capitais, de serviços e de pessoas. 

IV-       As fontes de energia mais utilizadas na Europa Ocidental provêm de energias não renováveis.

Está correto o que se afirma em:

a)         I e II, apenas.

b)        II e III, apenas.

c)         II, III e IV, apenas.

d)        III e IV, apenas.

e)         I, II, III e IV.

8- Sobre as transformações no espaço agrário europeu após a industrialização, assinale a alternativa correta: 

a) Houve aumento da mecanização agrícola e redução da mão de obra no campo. 

b) A agricultura permaneceu totalmente tradicional, sem influência da indústria. 

c) O campo europeu não sofreu impactos da industrialização. 

d) A industrialização provocou o abandono completo das atividades agrícolas. 


9- Em relação à produção agrícola europeia, os subsídios concedidos pelos governos têm como principal objetivo: 

a) Reduzir a competitividade internacional dos produtos agrícolas. 

b) Garantir preços estáveis e apoiar os agricultores frente ao mercado global. 

c) Eliminar totalmente a exportação de produtos agrícolas. 

d) Substituir a agricultura por atividades industriais. 

 

10- Sobre as fontes de energia utilizadas na Europa, assinale a alternativa correta: 

a) Apenas energias fósseis são utilizadas, sem investimentos em alternativas limpas. 

b) A Europa combina energias renováveis, como solar e eólica, com fontes não renováveis, como carvão e petróleo. 

c) O continente depende exclusivamente da energia nuclear para abastecimento. 

d) Não há diversidade energética, predominando apenas o gás natural. 

 

GABARITO

1ª QUESTÃO

Além de necessitar de quantidades cada vez maiores de matérias-primas para as indústrias, a população urbana, que trabalha nas indústrias, passou a necessitar cada vez mais de alimentos. Assim, com a entrada de maquinários e equipamentos agrícolas, o espaço agrário foi modificado. Essas novas e modernas tecnologias acabaram interferindo significativamente no modo de produção, que passou gradativamente a apresentar melhores resultados na produção. Desse modo, atualmente, na maioria das propriedades rurais da Europa Ocidental são adotadas técnicas modernas que contribuem para a elevada produtividade.

2ª QUESTÃO

Conforme mencionado anteriormente, um fator que contribui significativamente para o desenvolvimento da atividade agropecuária na Europa são os subsídios agrícolas fornecidos pelo governo, os quais possibilitam o investimento em tecnologias e aumentam a rentabilidade dessa atividade. Além disso, tais subsídios acabam barateando as produções agrícolas, que tornam os produtos europeus muito mais competitivos no mercado mundial.

3ª QUESTÃO

Resposta pessoa do aluno baseada em pesquisa.

4ª QUESTÃO

Gás natural, urânio, petróleo, energia solar e energia eólica.

5ª QUESTÃO

A) Há vento em quase todo lugar, A energia eólica é excelente em áreas remotas, onde quer que estejam, O vento é regular a médio e longo prazo, Uma ótima eficiência de conversão, O sistema eólico não ocupa terreno, O impacto ambiental é mínimo, Uma fonte verde realmente barata, Excelente circularidade para o fim da vida, Oportunidades da energia eólica doméstica.

B) É uma fonte de energia renovável. Não polui nem faz barulho Tem vida útil elevada A instalação pode ser feita em telhados, fachadas, no solo e na água.

C) Baixa emissão de gases poluentes, sem a geração e o acúmulo de resíduos; Reduzir o volume de metano liberado na atmosfera – gás que auxilia no efeito estufa; Promover a economia circular; O baixo custo de produção permite maior economia.

6ª QUESTÃO

• O século XX apresentou muitas mudanças na configuração dos territórios e fronteiras nacionais.

• O continente europeu é considerado a maior península do mundo, sendo um prolongamento do continente asiático.

• O relevo é caracterizado por formações de cordilheiras e extensas planícies. A grande maioria dos rios da Europa é navegável.

• O clima predominante na Europa é o temperado e as principais formações vegetais do continente europeu são: Floresta Temperada, Vegetação Mediterrânea, Floresta de Coníferas, Vegetação de altas montanhas, Tundra, Estepe e Pradaria.

• A população na Europa Ocidental está envelhecendo, o que vem sendo um desafio para os países europeus.

• A União Europeia, o mais poderoso bloco econômico do mundo, baseia-se na liberdade de circulação de mercadorias, de capitais, de serviços e de pessoas.

• As fontes de energia mais utilizadas na Europa Ocidental provêm de energias não renováveis.

7- E

8- A

9- B

10- B

ATIVIDADE 13 - CARACTERÍSTICAS DA ECONOMIA MUNDIAL - 8° ANO ENSINO FUNDAMENTAL

ATIVIDADE 13
Objeto de Aprendizagem: Características da Economia Mundial
Habilidades da BNCC: EF08GE07 / EF08GE08 / EF08GE09 / EF08GE12 / EF08GE13 / EF08GE18 / EF08GE20
 
TEXTO 1


A economia mundial contemporânea é marcada pela intensa interdependência entre países, resultado da expansão do comércio internacional, da circulação de capitais e da integração tecnológica. Essa dinâmica global reflete um cenário em que decisões tomadas em uma região podem gerar impactos imediatos em outras, evidenciando a complexidade e a velocidade das transformações econômicas atuais. 
A globalização desempenha papel central nesse processo, ao facilitar o fluxo de informações, mercadorias e serviços em escala planetária. A difusão de cadeias produtivas que conectam diferentes continentes e a internacionalização de empresas são exemplos claros de como o mundo se tornou mais integrado. Essa realidade fortalece a cooperação, mas também intensifica a competição entre nações. 
Nesse contexto, os blocos econômicos surgem como instrumentos de fortalecimento regional. Ao unir países em torno de objetivos comuns, como a redução de tarifas e a ampliação do mercado interno, essas alianças permitem maior competitividade frente às potências globais. A União Europeia, por exemplo, tornou-se referência ao estabelecer políticas conjuntas que vão além da economia, abrangendo aspectos sociais e políticos.  A tecnologia é outro fator decisivo para o desenvolvimento econômico global. Inovações em comunicação, transporte e produção transformaram a forma como empresas operam e como consumidores acessam bens e serviços. Além disso, a digitalização ampliou oportunidades de negócios e acelerou processos, tornando a economia mais dinâmica e conectada. 
Entretanto, eventos inesperados também moldam o cenário mundial. A pandemia de COVID-19 evidenciou a vulnerabilidade das economias, provocando retração do comércio, desemprego em larga escala e desafios logísticos. Ao mesmo tempo, impulsionou setores como o digital e o farmacêutico, mostrando como crises podem gerar tanto impactos negativos quanto novas oportunidades. 
A desigualdade econômica entre países permanece como um dos maiores obstáculos ao equilíbrio global. Diferenças no acesso a recursos naturais, tecnologia e educação contribuem para a disparidade de desenvolvimento, criando um cenário em que algumas nações concentram riqueza enquanto outras enfrentam dificuldades estruturais. 
Nesse ambiente, organizações internacionais como o FMI e o Banco Mundial desempenham papel essencial, oferecendo apoio financeiro e técnico para países em crise e promovendo políticas de estabilidade econômica. Sua atuação busca reduzir desequilíbrios e garantir maior previsibilidade no sistema global. 
A busca por uma economia sustentável também ganha destaque, ao propor modelos que conciliem crescimento com preservação ambiental. Essa abordagem aponta para um futuro em que o desenvolvimento não comprometa os recursos das próximas gerações, incentivando práticas responsáveis e inovadoras. 
Questões como inflação e poder de compra revelam a ligação direta entre indicadores econômicos e a vida cotidiana das populações. Quando os preços sobem, o valor real da renda diminui, afetando o consumo e a qualidade de vida. Esse fenômeno mostra como variáveis macroeconômicas se refletem no cotidiano das pessoas. 
Os conflitos geopolíticos demonstram a fragilidade das relações internacionais diante de disputas territoriais ou estratégicas. A guerra entre Rússia e Ucrânia, por exemplo, impactou o fornecimento de energia e alimentos em diversas regiões, evidenciando como tensões políticas podem desestabilizar a economia mundial. 
 
1- Explique, de forma geral, o que caracteriza a economia mundial nos dias de hoje.
 
2- Como a globalização influencia a economia mundial? Cite ao menos dois exemplo.

3- O que são blocos econômicos? Cite um exemplo e explique sua importância na economia mundial.

4- Leia a manchete. 


Quais são os impactos da tecnologia no desenvolvimento econômico global?
 
5- Como a pandemia de COVID-19 afetou a economia mundial? Mencione ao menos dois efeitos principais.
 
6- O que é a desigualdade econômica entre países e quais são alguns dos fatores que contribuem para essa desigualdade?
 
7- Qual o papel das organizações internacionais, como o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial, na economia global?
 
8- O que significa economia sustentável e como ela pode impactar o crescimento econômico global?
 
9- Explique a relação entre inflação e poder de compra da população.
 
10- Como os conflitos geopolíticos podem afetar a economia mundial? Cite um exemplo recente.
 
 
GABARITO
 
1- A economia mundial é caracterizada pela interdependência entre os países, avanço tecnológico, globalização e mudanças constantes nos mercados.
 2- A globalização facilita o comércio internacional e promove a circulação de tecnologia e investimentos. Exemplo: produção terceirizada por multinacionais e o comércio eletrônico.
 3- Blocos econômicos são grupos de países que estabelecem acordos comerciais para fortalecer suas economias, como a União Europeia.
 4- A tecnologia impulsiona a produtividade, melhora a comunicação entre mercados e facilita a automação da produção industrial.
 5- A pandemia causou recessão em muitos países e impactou cadeias de suprimentos globais, prejudicando o comércio e a indústria.
 6- A desigualdade econômica surge de fatores como acesso desigual a tecnologia, variação na educação e políticas econômicas dos países.
7- Organizações como o FMI e o Banco Mundial fornecem empréstimos, assistência técnica e monitoram o sistema financeiro global.
 8- Economia sustentável busca equilibrar desenvolvimento econômico e preservação ambiental, incentivando o uso de energias renováveis e práticas menos poluentes.
 9- Inflação reduz o poder de compra da população porque os preços aumentam, diminuindo a capacidade de consumo.
 10- Conflitos geopolíticos podem afetar o comércio, aumentar preços de commodities e gerar instabilidade nos mercados. Exemplo: sanções econômicas entre países devido a tensões políticas.

ATIVIDADE 13 - REGIÕES BRASILEIRAS - 7° ANO ENSINO FUNDAMENTAL

ATIVIDADE 13
Objeto de Aprendizagem: Regiões Brasileiras
Habilidades da BNCC: EF07GE02 / EF07GE03 / EF07GE05 / EF07GE06 / EF07GE09 / EF07GE11
 
Brasil em Regiões: Diversidade e Desafios
 
O Brasil é um país de dimensões continentais e, por isso, foi necessário criar formas de organizar e compreender melhor o seu território. Uma dessas formas é a regionalização, que consiste em dividir o espaço em áreas menores chamadas de regiões. Essa divisão facilita o estudo das características naturais, econômicas, sociais e culturais de cada parte do país. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) propôs a divisão do Brasil em cinco grandes regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Cada uma delas apresenta aspectos próprios que ajudam a entender como vivem as pessoas e como se desenvolvem as atividades econômicas.
 

A região Norte, por exemplo, é a maior em extensão territorial e abriga a Floresta Amazônica, considerada essencial para o equilíbrio ambiental do planeta. Já a região Nordeste é marcada por sua diversidade cultural e histórica, além de enfrentar desafios relacionados à seca em algumas áreas. O Centro-Oeste destaca-se pela presença do Pantanal, uma das maiores áreas alagadas do mundo, e pela produção agrícola em larga escala. O Sudeste concentra a maior parte da população e da economia brasileira, com grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro. A região Sul apresenta clima subtropical e forte influência da imigração europeia em sua cultura. 
Além da divisão oficial do IBGE, existem outras formas de regionalizar o Brasil, como as regiões geoeconômicas. Essa proposta leva em conta aspectos econômicos e sociais, e não apenas os limites políticos dos estados. Assim, o território brasileiro pode ser dividido em três grandes complexos regionais: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. Essa forma de regionalização ajuda a compreender melhor as desigualdades econômicas e sociais existentes no país, mostrando como algumas áreas se desenvolveram mais rapidamente do que outras. 
A importância da regionalização também aparece em situações cotidianas e em notícias recentes. Em 2023, por exemplo, o aumento do desmatamento na Amazônia foi destaque nos jornais, mostrando como a região Norte enfrenta grandes desafios ambientais. Já no Sudeste, problemas relacionados à poluição do ar em grandes cidades chamaram a atenção para a necessidade de políticas públicas voltadas ao transporte e à qualidade de vida urbana. Esses exemplos mostram que cada região possui problemas específicos que precisam ser analisados e resolvidos de acordo com suas características próprias. 
Compreender as regiões brasileiras é fundamental para estudar a diversidade do país e propor soluções para seus desafios. A regionalização ajuda a organizar o território, facilita o planejamento de políticas públicas e permite que os cidadãos entendam melhor a realidade em que vivem. Ao conhecer as diferenças entre Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, os estudantes podem perceber como o Brasil é rico em cultura, natureza e economia, mas também como enfrenta dificuldades que precisam ser superadas com responsabilidade e participação social. 
 
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2023. 
 
1- De acordo com o que você estudou, defina no caderno o que é uma região. 
 
2- Retome a proposta de regionalização do IBGE e indique em qual região está inserido o estado onde você mora. 
 
3- Descreva no caderno uma regionalização que você conhece, por exemplo, próximo ao lugar onde você mora, ou que envolva o seu município. 
 
4- As afirmações a seguir apresentam algumas informações incorretas sobre as regiões geoeconômicas. Identifique- as e reescreva-as corretamente no caderno. 
 
I-  A divisão regional do território brasileiro em regiões geoeconômicas leva em consideração os limites político- administrativos dos estados.
II- A região Amazônica possui uma ampla rede de serviços e a maior concentração industrial entre os três grandes complexos regionais.

5- Leia atentamente as manchetes de jornal abaixo.
 
 
a) As manchetes acima tratam de um assunto em comum. Qual é esse assunto? 
 
b) De acordo com o que você estudou, descreva as principais causas da devastação que vem ocorrendo com cada uma das formações vegetais descritas nas manchetes.
 
6- Leia com atenção o texto abaixo. Em seguida, responda às questões no caderno.
 
A região do Vale do Paraíba
 
A região do Vale do Paraíba está localizada entre a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, ao longo do curso do rio Paraíba do Sul, que nasce no estado de São Paulo e tem sua foz localizada no estado do Rio de Janeiro. No século XVIII, essa região foi ocupada por engenhos de produção de açúcar e lavouras de subsistência. No século XIX, ela se tornou um grande polo agrícola de café em nosso país. Atualmente, essa região é cortada pela Rodovia Presidente Dutra, uma das mais movimentadas do país e que liga as duas maiores cidades brasileiras, São Paulo e Rio de Janeiro. A região do Vale do Paraíba é considerada uma região de grande importância econômica em nosso país, abrigando um grande número de indústrias e municípios importantes, como São José dos Campos, Taubaté e Volta Redonda.  

a) Qual região está sendo tratada no texto? 
 
b) Quais são as características da região do Vale do Paraíba com relação: 
• à localização geográfica? 
• aos aspectos históricos? 
• aos aspectos econômicos atuais?
 
7- Encontre no caça palavras algumas características que simbolizam o Brasil.
 
8- Explique por que o Brasil foi dividido em cinco grandes regiões pelo IBGE e cite dois exemplos de como essa divisão ajuda a compreender melhor o território brasileiro. 
 
9- Observe as afirmações abaixo e marque com V (verdadeiro) ou F (falso): 
(   ) A região Norte é a maior em extensão territorial do Brasil. 
(   ) A região Sul possui clima equatorial predominante. 
(   ) A região Nordeste é conhecida por sua diversidade cultural e histórica. 
(   ) A região Centro-Oeste abriga o Pantanal, uma das maiores áreas alagadas do mundo. 
(   ) A região Sudeste concentra a maior parte da população e da economia brasileira. 
 
10- Imagine que você é responsável por planejar políticas públicas em uma região brasileira. Escolha uma das cinco regiões e descreva um desafio enfrentado por ela e uma possível solução para melhorar a qualidade de vida da população local. 
 

GABARITO
 
1ª QUESTÃO
Resposta: Região é uma porção da superfície terrestre que apresenta características semelhantes e que, por isso, se diferencia das áreas vizinhas.
 
2ª QUESTÃO
Resposta pessoal.
 
3ª QUESTÃO
Resposta pessoal.
 
4ª QUESTÃO
I-  A divisão regional do território brasileiro em regiões geoeconômicas não leva em consideração os limites político-administrativos dos estados.
II- A região Centro-Sul possui uma ampla rede de serviços e a maior concentração industrial entre os três grandes complexos regionais. 
 
5ª QUESTÃO
a) O desmatamento das formações vegetais naturais do nosso país.
b) O avanço das atividades agropecuárias e a fronteira agrícola nas regiões Norte e Centro-Oeste; o avanço da atividade industrial e extrativista, com ações de impacto destrutivo, como desmatamento e queimadas, assim como o crescimento das cidades.
 
6ª QUESTÃO
a) A região do Vale do Paraíba
b) Está localizada entre a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira, ao longo do curso do Rio Paraíba do Sul. 
 
No século XVIII, essa região foi ocupada por engenhos de produção de açúcar e lavouras de subsistência. No século XIX, a região tornou-se um grande polo agrícola de café em nosso país. 
Abriga um grande número de indústrias e municípios importantes, como São José dos Campos, Taubaté e Volta Redonda.
 
7ª QUESTÃO
 
8ª QUESTÃO
O Brasil foi dividido em cinco grandes regiões pelo IBGE para facilitar o estudo e a organização do território, considerando aspectos naturais, econômicos, sociais e culturais. Essa divisão ajuda, por exemplo, a identificar diferenças climáticas entre as regiões e a planejar políticas específicas para cada realidade. 
 
9ª QUESTÃO
V, F, V, V, V.
 
10ª QUESTÃO
Exemplo de resposta: Na região Nordeste, um desafio é a seca prolongada que afeta a agricultura e o abastecimento de água. Uma solução seria investir em tecnologias de irrigação e em programas de captação e armazenamento de água da chuva para garantir o uso sustentável dos recursos hídricos.