sexta-feira, 20 de maio de 2022

PROJETO DE ARTES: ALUNOS QUE INSPIRAM 2022

 O Festival Alunos Que Inspiram é uma iniciativa da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) que visa identificar, valorizar e dar visibilidade à produção artística e cultural das/os estudantes matriculadas/os na rede pública estadual de ensino do Ceará. Promove a interação das/os estudantes através da cultura pela participação em expressões artísticas pertencentes às manifestações culturais da coletividade que estejam presentes no cotidiano. Também oportuniza momentos para divulgar os talentos artísticos das/os estudantes matriculadas/os na rede estadual de ensino e estimula a participação em atividades que contribuam para a formação global, sem discriminação por características pessoais, físicas, sexuais, étnicas, raciais ou sociais.
A VI Edição do Festival Alunos Que Inspiram ocorrerá em 3 (três) Fases: Escolar, Regional e Estadual e todas as Fases deverão seguir os protocolos de saúde e decretos expedidos pelo Governo do Estado do Ceará, de acordo com a data de realização do evento.
Demais informações, confira o Edital:

FONTE: https://www.crede04.seduc.ce.gov.br/2022/04/08/vi-festival-alunos-que-inspiram-2022/

PROJETO ALUNOS QUE INSPIRAM EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO - PARAIPABA
FASE INTERNA
  • CATEGORIA CORDEL
HISTÓRIA
CARLOS EDUARDO DOS SANTOS SOUSA
EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO
1º ANO “B” – TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – INTEGRAL
PARRAIPABA
CREDE 02

Para falar de História
Me atrevo a rimar,
Vou brincando com as palavras
Escrevendo sem parar!
Do Egito à guerra fria
E História do Brasil
Vou usando minha rima
De maneira bem sutil.
História é minha paixão,
Tem meu amor e respeito.
É a luz que aponta a direção
Pra seguir o perfeito e o imperfeito.
Meu singelo cordel não é encantado,
Mas brota do fundo do meu coração.
Minha alegria é rimar, com amor e precisão
Sempre com o meu lápis, cantarolando educação.
Professor de História irei ser.
Me orgulho desse nome
E rimando a memória,
Vou falando sobre o homem.
No meu sonho acredito
E por isso vou lutar,
Para a toda escola
Vou falar sobre história
Com o meu jeito de rimar!
E história com cordel
Foi a minha intenção
Um cordel sobre história
Fui rimando a educa

  • CATEGORIA CRÔNICA
PERDIDOS
FRANCISCO ELTON DOS SANTOS
EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO
3º ANO “A” – TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA – INTEGRAL
PARAIPABA
CREDE 02

Passara eu todos os dias para ir ao trabalho, na frente do jardim da empresa que, durante o verão, sempre estava preenchido de flores de um ar bem doce. Eu havia de vê-las todo santo dia, mas nunca parava pra apreciá-las. Seguia-se assim o ciclo infernal dos dias, quando percebi, o verão estava para acabar e restara somente uma flor naquele jardim, uma margarida. Ela ainda vivia, pois brilhava em meio as outras mortas. O que a deixara tão bonita era o contraste entre vida e morte. A morte das outras trouxe a ela a solidão, mas a deixou mais linda porque sua cor destacava-se diante daquelas que pereciam. Haveria um dia em que eu passaria por aquele mesmo jardim e veria a única flor morta, mas até lá eu aproveitaria e gozaria do tempo que ainda tenho vendo os resquícios de vida daquela margarida, que jazia num jardim morto.
Como eu aproveitaria? Não fazia ideia. Se alguém conseguisse me responder, eu perguntaria. Mas por enquanto, dou eu mesmo a resposta: não tem resposta. Olhar. Simplesmente olhar e sentir o brilho daquela flor esguia e sozinha era o aproveitar. Se eu sorrisse a olhá-la, eu aproveitaria; se eu lembrasse dela à noite durante minhas crises de insônia, eu aproveitaria; se eu dedicasse poucos versos a ela, eu aproveitaria. Aproveitaria o que, afinal? O momento e a sensação de estar aqui, sobretudo, viver e a vida. Mas é inútil pensar assim, porque à medida que se passarão os dias, eu me perderei no cotidiano maçante e nesse ciclo infindável de fazer e refazer. Nessa vida mais mecânica que orgânica, eu acabaria por esquecer da flor e das palavras ditas da boca pra fora. Então, apenas me daria conta dela quando finalmente a visse morta no jardim. A morte tem dessas, de nos fazer perceber as pequenas coisas com a dor de quando elas se vão; de relembrar os pequenos momentos quando sabemos que eles não se repetirão.
A única flor viva daquele jardim morto virou minha fuga da realidade nas manhãs. Olhava ela e lembrava dos risos e sorrisos que um dia eu tinha dado com tanto gosto. Agora, não mais, pois preso estava no cotidiano do trabalho e não tinha mais tempo pra reencontrar os velhos amigos que amo tanto.
Eu estou perdido como tantos outros nesse mundo de arranha-céus e roncado dos escapamentos e, como tantos outros, fujo da realidade por meio da internet. Ela é, sobretudo, dura. Preso nela, esqueço de viver. O que seria o viver, se não o simples ato de sentir? Então vivo no constante fugir, pois se eu
me prender nela de novo, esquecerei de como é sentir a felicidade das pequenas coisas da vida e aproveitar a única flor daquele jardim morto. Os dias viriam a se tornar monótonos enquanto eu morreria aos poucos, como aquela flor.
Parece-me que todos somos um jardim no final das contas. Temos tantas flores mortas que deixamos de regá-las e tantas vivas, que estão morrendo porque as negligenciamos. Aos poucos em que vivemos, vamos colecionando mais e mais flores que fazem de nós algo bonito. O conjunto das pequenas coisas torna o singular tão bonito, como um jardim florido.
Pergunto-me se alguém viu aquela margarida. Talvez sim, mas será que da mesma forma que eu? Talvez não haveria de ter um nesta terra que a visse como vejo. As coisas são como são, e buscar sentido em todas elas, como busquei naquela flor, é um caminho onde há somente um final: a loucura. Ligamos diariamente nossos celulares e computadores para vermos notícias do mundo afora, sem ao menos notarmos nosso mundo de dentro. E quando o notamos, buscamos sentido em tudo que vemos aqui dentro. Nesse dilema infernal, nós acabamos por nos sentirmos perdidos sem o sentido do que há dentro de nós, sem perceber que só deveríamos deixar, porque passa. Tudo passa, tal como a flor passara e o que restara era só um sentimento sem sentido que ela me causou. Sentimento esse que dediquei tantas palavras a ela em busca de dar-lhe um. No final das contas, eu também estou perdido, mas quem não está? Buscamos sentido até na morte, mesmo que não haja, nós matutamos até que ela acaba por nos levar também. Nessa busca do sentido em meio a realidade dura preenchida de um cotidiano repetitivo, esquecemos do que nos torna humanos, o simples fato de sentir.
Talvez eu deva comprar uma flor pra olhá-la toda manhã e não me perder. Não me perder de mim mesmo nesse mundo de tantas máscaras e poucos sentimentos.

PERDIDOS

FRANCISCO ELTON DOS SANTOS

EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO

3º ANO “A” – TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA – INTEGRAL

PARAIPABA

CREDE 02

Passara eu todos os dias para ir ao trabalho, na frente do jardim da empresa que, durante o verão, sempre estava preenchido de flores de um ar bem doce. Eu havia de vê-las todo santo dia, mas nunca parava pra apreciá-las. Seguia-se assim o ciclo infernal dos dias, quando percebi, o verão estava para acabar e restara somente uma flor naquele jardim, uma margarida. Ela ainda vivia, pois brilhava em meio as outras mortas. O que a deixara tão bonita era o contraste entre vida e morte. A morte das outras trouxe a ela a solidão, mas a deixou mais linda porque sua cor destacava-se diante daquelas que pereciam. Haveria um dia em que eu passaria por aquele mesmo jardim e veria a única flor morta, mas até lá eu aproveitaria e gozaria do tempo que ainda tenho vendo os resquícios de vida daquela margarida, que jazia num jardim morto.

            Como eu aproveitaria? Não fazia ideia. Se alguém conseguisse me responder, eu perguntaria. Mas por enquanto, dou eu mesmo a resposta: não tem resposta. Olhar. Simplesmente olhar e sentir o brilho daquela flor esguia e sozinha era o aproveitar. Se eu sorrisse a olhá-la, eu aproveitaria; se eu lembrasse dela à noite durante minhas crises de insônia, eu aproveitaria; se eu dedicasse poucos versos a ela, eu aproveitaria. Aproveitaria o que, afinal? O momento e a sensação de estar aqui, sobretudo, viver e a vida. Mas é inútil pensar assim, porque à medida que se passarão os dias, eu me perderei no cotidiano maçante e nesse ciclo infindável de fazer e refazer. Nessa vida mais mecânica que orgânica, eu acabaria por esquecer da flor e das palavras ditas da boca pra fora. Então, apenas me daria conta dela quando finalmente a visse morta no jardim. A morte tem dessas, de nos fazer perceber as pequenas coisas com a dor de quando elas se vão; de relembrar os pequenos momentos quando sabemos que eles não se repetirão.

            A única flor viva daquele jardim morto virou minha fuga da realidade nas manhãs. Olhava ela e lembrava dos risos e sorrisos que um dia eu tinha dado com tanto gosto. Agora, não mais, pois preso estava no cotidiano do trabalho e não tinha mais tempo pra reencontrar os velhos amigos que amo tanto.

            Eu estou perdido como tantos outros nesse mundo de arranha-céus e roncado dos escapamentos e, como tantos outros, fujo da realidade por meio da internet. Ela é, sobretudo, dura. Preso nela, esqueço de viver. O que seria o viver, se não o simples ato de sentir? Então vivo no constante fugir, pois se eu me prender nela de novo, esquecerei de como é sentir a felicidade das pequenas coisas da vida e aproveitar a única flor daquele jardim morto. Os dias viriam a se tornar monótonos enquanto eu morreria aos poucos, como aquela flor.

            Parece-me que todos somos um jardim no final das contas. Temos tantas flores mortas que deixamos de regá-las e tantas vivas, que estão morrendo porque as negligenciamos. Aos poucos em que vivemos, vamos colecionando mais e mais flores que fazem de nós algo bonito. O conjunto das pequenas coisas torna o singular tão bonito, como um jardim florido.

            Pergunto-me se alguém viu aquela margarida. Talvez sim, mas será que da mesma forma que eu? Talvez não haveria de ter um nesta terra que a visse como vejo. As coisas são como são, e buscar sentido em todas elas, como busquei naquela flor, é um caminho onde há somente um final: a loucura. Ligamos diariamente nossos celulares e computadores para vermos notícias do mundo afora, sem ao menos notarmos nosso mundo de dentro. E quando o notamos, buscamos sentido em tudo que vemos aqui dentro. Nesse dilema infernal, nós acabamos por nos sentirmos perdidos sem o sentido do que há dentro de nós, sem perceber que só deveríamos deixar, porque passa. Tudo passa, tal como a flor passara e o que restara era só um sentimento sem sentido que ela me causou. Sentimento esse que dediquei tantas palavras a ela em busca de dar-lhe um. No final das contas, eu também estou perdido, mas quem não está? Buscamos sentido até na morte, mesmo que não haja, nós matutamos até que ela acaba por nos levar também. Nessa busca do sentido em meio a realidade dura preenchida de um cotidiano repetitivo, esquecemos do que nos torna humanos, o simples fato de sentir.

            Talvez eu deva comprar uma flor pra olhá-la toda manhã e não me perder. Não me perder de mim mesmo nesse mundo de tantas máscaras e poucos sentimentos.


PLANETAS

ANA ROCILDA DE CASTRO GONÇALVES

EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO

3º ANO B -TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – TURNO INTEGRAL

PARAIPABA

CREDE 02

 

Navegando pelo universo encontrei o sol que iluminava a lua

Porém é nas constelações de Órion que me perco

Não vejo que defeito possa ocorrer

Se Saturno pudesse ver Plutão

Admiraria a pequenez do simples

Admiraria a incrível sagacidade de admirar

Admiraria a certeza absoluta que acelera na luz constante

Quantas estrelas há no céu? Não sei.

O bastante creio para iluminar esse universo

O bastante para amar mil amores enlouquecidamente

O bastante para que Saturno vesse Plutão

Quem dirá a galáxia que possa desmembrar seus belos anéis

Que sólido, pequeno, transparente e completo

Saiba que Júpiter tem inveja porque está atrás de seus delicados fragmentos cósmicos.

Por não ter a companhia de titã e muito menos de mimas.

Se Saturno deixasse de lado seus lindos anéis

Veria com certa nitidez o brilho que há nos outros planetas.

 

Que na origem da vida há o mistério impetuoso, disso eu sei

Das pequenas poeiras do universo, das constelações infinitas

Dos átomos, das estrelas, do segundo sol, das fases da lua

Da textura desse mito da cosmogonia, perco o apreço do desconhecido.

Procuro-me perdidamente sobre o sentido da vida

Embora afogue-me em lágrimas por não estar próximo de Saturno.

Não te procuro, mas te noto. Te curo, te querendo.

 

Mas saiba que é nas fases da lua que enlouqueço

E caí a ficha e dessa vez percebo

O porquê o sol ilumina a lua

Como combina em meio as tempestades

Olhe lá, bem ali, veja.

Até mesmo os planetas se atraem

Até mesmo Saturno e seus indecifráveis anéis

Até mesmo os meteoros, meteoritos, cometas

Isso mesmo o caos que aquece o céu do universo

A gravidade de observar o céu a noite pertos das águas claras

Para sentir com o sentido do que se passa no vácuo ausente

Se Saturno observasse a beleza escondida que há nos outros planetas.

Como seria diferente.


  • CATEGORIA POEMA
PLANETAS
ANA ROCILDA DE CASTRO GONÇALVES
EEEP FLÁVIO GOMES GRANJEIRO
3º ANO B -TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO – TURNO INTEGRAL
PARAIPABA
CREDE 02

Navegando pelo universo encontrei o sol que iluminava a lua
Porém é nas constelações de Órion que me perco
Não vejo que defeito possa ocorrer
Se Saturno pudesse ver Plutão
Admiraria a pequenez do simples
Admiraria a incrível sagacidade de admirar
Admiraria a certeza absoluta que acelera na luz constante
Quantas estrelas há no céu? Não sei.
O bastante creio para iluminar esse universo
O bastante para amar mil amores enlouquecidamente
O bastante para que Saturno vesse Plutão
Quem dirá a galáxia que possa desmembrar seus belos anéis
Que sólido, pequeno, transparente e completo
Saiba que Júpiter tem inveja porque está atrás de seus delicados fragmentos cósmicos.
Por não ter a companhia de titã e muito menos de mimas.
Se Saturno deixasse de lado seus lindos anéis
Veria com certa nitidez o brilho que há nos outros planetas.
Que na origem da vida há o mistério impetuoso, disso eu sei
Das pequenas poeiras do universo, das constelações infinitas
Dos átomos, das estrelas, do segundo sol, das fases da lua
Da textura desse mito da cosmogonia, perco o apreço do desconhecido.
Procuro-me perdidamente sobre o sentido da vida
Embora afogue-me em lágrimas por não estar próximo de Saturno.
Não te procuro, mas te noto. Te curo, te querendo.
Mas saiba que é nas fases da lua que enlouqueço
E caí a ficha e dessa vez percebo
O porquê o sol ilumina a lua
Como combina em meio as tempestades
Olhe lá, bem ali, veja.
Até mesmo os planetas se atraem
Até mesmo Saturno e seus indecifráveis anéis
Até mesmo os meteoros, meteoritos, cometas
Isso mesmo o caos que aquece o céu do universo
A gravidade de observar o céu a noite pertos das águas claras
Para sentir com o sentido do que se passa no vácuo ausente
Se Saturno observasse a beleza escondida que há nos outros planetas.
Como seria diferente.

  • CATEGORIA MUSICA INTÉRPRETE

  • CATEGORIA MUSICA AUTORAL

BIBLIOTECA VIRTUAL NO FORMATO PDF PARA TODOS OS GOSTOS

Para quem gosta de uma boa leitura estamos disponibilizando diversos livros paradidáticos em PDF. Como bem sabemos a leitura abre as portas da imaginação e com ela podemos ampliar nossos conhecimentos em diversos seguimentos da vida. São livros de romance, aventura, drama, ficção, contos, dentre muitos outros. Ex: Um Amo Pra Recordar, O Desejo, Jogos Vorazes, Harry Potter, o Ladrão de Raios, O Alienista, Memórias Póstumas de Brás Cubas, 5 Minutos, Diva, Primo Basílio, O cortiço, etc...
Para baixar os livros basta clica no link abaixo em PDF e, em seguida, clicar no livre desejado.

JENNY HAN

1)PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI –JENNY HAN

2)P.S.: AINDA AMO VOCÊ –JENNY HAN

3)AGORA E PARA SEMPRE LARA JEAN –JENNY HAN


NICHOLAS SPARKS

1)O MELHOR DE MIM –NICHOLAS SPARKS

2)UMA LONGA JORNADA –NICHOLAS SPARKS

3)O DESEJO –NICHOLAS SPARKS

4) UM AMOR PRA RECORDAR - NICHOLAS SPARKS


JOGOS VORAZES

1)JOGOS VORAZES –SUZANNE COLINS

2)A ESPERANÇA –SUZANNE COLINS


HERRY POOTER

1)HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL –J.K. ROWLING

2)HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA –J.K. ROWLING

3)HARRY POTTER E O PRISIO –J.K. ROWLING

4)HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO –J.K. ROWLING

5)HARRY POTTER E A ORDEM DA FENIX –J.K. ROWLING

6)HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE –J.K. ROWLING

7)HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE –J.K. ROWLING


PERCY JACKSON

1)PERCY JACKSON E O LADRÃO DE RAIOS –RICK RIORDAN

2)PERCY JACKSON E O MAR DE MONSTROS –RICK RIORDAN

3)PERCY JACKSON E A MALDIÇÃO DOS TITÃS –RICK RIORDAN

4)PERCY JACKSON E A BATALHA DO LABIRINTO –RICK RIORDAN

5)PERCY JACKSON E O ÚLTIMO OLIMPIANO –RICK RIORDAN

6)PERCY JACKSON E OS ARQUIVOS DO SEMIDEUS –RICK RIORDAN


LIVROS CLÁSSICOS

2)CAROLINA –CASIMIRO DE ABREU

3)A LUNETA MÁGICA –JOAQUIM MANOEL DE MACEDO

4)A MÃO E A LUVA –MACHADO DE ASSIS

5)O ALIENISTA –MACHADO DE ASSIS

6)BOM-CRIOULO –ADOLFO CAMINHA

7)MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS –MACHADO DE ASSIS

8)MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS –MAMUEL ANTÔNIO DE ALMEIDA

9)CINCO MINUTOS –JOSÉ DE ALENCAR

10)DIVA –JOSÉ DE ALENCAR

11)ESAÚ E JACÓ –MACHADO DE ASSIS

13)O PRIMO BASÍLIO –EÇA DE QUEIROZ

14)A ESCRAVA ISAURA –BERNARDO GUIMARÃES

15)A METAMORFOSE –FRANZ KAFKA

16)A MORENINHA –JOAQUIM MANOEL DE MACEDO

17)A CARTOMANTE –MACHADO DE ASSIS

18)MEMORIAL DE AIRES –MACHADO DE ASSIS

19)O ATENEU –RAUL POMPÉIA

20)O CORTIÇO –ALUÍZIO DE AZEVEDO

sábado, 14 de maio de 2022

FILME: O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO

O filme retrata a vida de um garoto que mora em uma região árida castigada pela falta d´agua. 
Após momentos de muita necessidade, o menino, mesmo com pouco estudo, conseguiu criar um moinho para captação de água e resolveu o problema de abastecimento em sua comunidade. Com isso, conseguem viver de forma digna, mesmo mediante as dificuldades climáticas e sociais.

O filme é excelente para trabalhar nos componentes curriculares de geografia, pois aborda as questões climáticas e de energia, em física, é ótimo para o estudo de energia eólica e, em projeto de vida, porque aborda uma dimensão humana por meio de lição de vida. Dentre outras disciplinas.

O filme está disponível na Netflix e YouTube.


FILMES PARA AULAS INTERDISCIPLINARES

 Encontrar recursos instrucionais que tornem a sala de aula mais interessante e ao mesmo tempo ajudem o processo de ensino é uma das principais preocupações dos professores na atualidade. Por exemplo, a utilização de filmes e documentários constitui uma fonte de informação e cultura, mas deve-se ter muito cuidado na seleção da mesma e na forma como o conteúdo será tratado. 

Os filmes não devem ser usados ​​para substituir professores ou preencher um determinado intervalo de tempo. Ao utilizar esse recurso didático, os educadores devem planejar bem sua aula para explorar o conteúdo do filme e fazer analogias com os tópicos em sala de aula. Portanto, a seleção é muito importante, e trabalhos que são tendenciosos e distorcem fatos históricos devem ser evitados ao máximo.

Alguns conteúdos geográficos podem ser discutidos através de filmes, proporcionando uma reflexão crítica dos acontecimentos. Nesse sentido, selecionamos uma série de obras em nossa videoteca que contribuem para o processo de ensino e aprendizagem de temas relacionados à geografia e transversais a outras disciplinas, promovendo a interdisciplinaridade.

Para assitir alguns filmes basta clicar em um dos links disponíveis na tabela abaixo:

FILMES

COMPONENTE CURRICULAR

O menino que descobriu o vento

Geografia, Ciências, Física, Religião, Projeto de Vida, Artes, outras...

Avatar 

Geografia, Meio Ambiente, Sociologia... 

 Rio

Meio Ambiente, Biologia, Geografia... 

 Pearl Harbor

História, Geografia, Sociologia... 

 Vulcão: O apocalipse

 Geografia, Geologia, Sociologa, outras...

 Meteoro

Geografia, Sociologia, Filosofia, outras... 

 Fahrenheit

História, Religião, Sociologia, Geografia, outras... 


quinta-feira, 21 de abril de 2022

MAPAS MENTAIS DE GEOGRAFIA

 Aqui você encontrará diversos mapas mentais de geografia disponibilizados por diversos autores ou colaboradores com a finalidade de maximizar a aprendizagem do estudante que deseja ampliar seus conhecimentos ou se preparar para o ENEM e outros vestibulares.

Para ter acesso ao conteúdo completo clique aqui!!!

SIMULADO DE GEOGRAFIA COM TEMAS DIVERSOS: URBANIZAÇÃO, CARTOGRAFIA, IDH, ILHAS DE CALOR, MEIO AMBIENTE, TERREMOTOS E CLIMA.

 QUESTÕES DO SIMULADO DE GEOGRAFIA

1- Leia a letra da música e, em seguida, assinale a alternativa que associa corretamente os processos urbanos ao trecho da canção.
 

ENCANTO DA PAISAGEM

Zeca Pagodinho, Nelson Sargento

 Morro, és o encanto da paisagem

Suntuoso personagem de rudimentar beleza

Morro, progresso lento e primário

És imponente no cenário

Inspiração da natureza

Na topografia da cidade

Com toda simplicidade, és chamado de elevação

Vielas, becos e buracos

Choupanas, tendinhas, barracos

Sem discriminação

Morro, pés descalços na ladeira

Lata d’água na cabeça

Vida rude alvissareira

Crianças sem futuro e sem escola

Se não der sorte na bola

Vai sofrer a vida inteira

Morro, o teu samba foi minado

Ficou tão sofisticado, já não é tradicional

Morro, és lindo quando o sol desponta

E as mazelas vão por conta do desajuste social

  
a) No trecho “és chamado de elevação” faz, claramente, referência ao tipo de relevo representado na cidade, sem apresentar similaridade com outras formas topográficas.
b) No trecho “Se não der sorte na bola, vai sofrer a vida inteira”, indica que a única forma de ascensão social é voltada para o esporte tendo em vista que a pobreza não ocorre por falta de oportunidades.
c)  A representação da paisagem urbana de um morro ou comunidade, presente em áreas marginalizadas ou subúrbios, embora tenha passado por pavimentação e urbanização nas últimas décadas, em parte, é explicitada no trecho “Vielas, becos e buracos Choupanas, tendinhas, barracos”.
d) Na última linha, “E as mazelas vão por conta do desajuste social”, indica problemas de urbanização, mas não segregação e exclusão social.
e) No trecho, “Suntuoso personagem de rudimentar beleza, Morro, progresso lento e primário”, é sinônimo de crescimento e inchaço urbano, com técnicas aprimoradas de arquitetura, revelam o ordenamento urbano.

2- Observe o mapa e responda.



A Professora Patrícia reside no início da Av. das Graças, e diariamente realiza visita voluntário no Centro de Reabilitação de idosos, situado na rua Costa Bastos. Com base no mapa assinale o item que indica corretamente o percurso realizado pela professora para chegar ao destino.

a) Partindo em direção ao leste, seguindo ao norte, mudando para leste e voltando para sul.

b) Partindo em direção a oeste, seguindo ao norte, prosseguindo a oeste e finaliza a norte.

c) Partindo em direção a leste, seguindo ao norte, prosseguindo a oeste e finaliza ao sul.

d) Partindo a oeste, seguindo ao sul, prosseguindo ao nordeste e finalizando ao sul-sudoeste.

e) Partindo em direção a leste, seguindo ao norte, prosseguido a noroeste e finaliza a sudoeste.

 

 

3ª (FGG – CH) Observe o mapa sobre IDH mundial. 


 

Levando em consideração os dados referentes para o desenvolvimento das necessidades básica de uma população e, ainda, os dados apresentados no mapa, podemos concluir corretamente que *

A) Argentina e Arábia Saudita, apesar de apresentarem diversos problemas de ordem social, enquadram-se entre os países com o IDH muito elevado.

B) O único país da América do Sul a apresenta o IDH muito elevado é a Argentina.

C) Austrália, Estados Unidos e Canadá apresentam IDH muito elevado em virtude dos altos investimentos empregados em saúde e educação, não apresentam problemas sociais.

D) Brasil, China, Rússia e Índia apresentam baixo médio IDH, tendo em vista que ambos ainda apresentam diversos problemas sociais.

E) Níger, Chade e Sudão apresentam IDH médio em virtude dos problemas de ordem social, cultural e político.

 

4- Ilhas de calor é o nome que se dá a um fenômeno climático que ocorre principalmente nas cidades com elevado grau de urbanização. Nestas cidades, a temperatura média costuma ser mais elevada do que nas regiões rurais próximas. 

Uma das soluções para atenuar esse fenômeno climático é *



A) a impermeabilização do solo urbano favorecendo a capacidade de absorção de calor.

B) a concentração de edifícios favorecendo o processo de verticalização urbana.

C) diminuição de áreas revestidas de vegetação, minimizando o albedo e o poder refletor de determinada superfície.

D) a poluição atmosférica e a utilização de energia pelos veículos de combustão interna, pelas residências e pelas indústrias.

E) a criação de projetos que viabilizem o plantio de árvores em grande quantidade nas grandes cidades, além da criação de parques e preservação de áreas verdes.

 

5- Na ciência geográfica o conceito de região está ligado à ideia de diferenciação de áreas.As regiões podem ser estabelecidas de acordo com critérios naturais, abordando as diferenças de vegetação, clima, relevo, hidrografia, fauna e etc., e sociocultural que corresponde à avaliação das condições sociais e culturais que insere neste contexto o índice de desenvolvimento humano para explicitar como vivem as pessoas em determinado lugar. No critério economia, os países desenvolvidos são caracterizados por apresentarem

 

A) pouca ou nenhuma infraestrutura em setores fundamentais como transporte, educação, saúde e saneamento básico.

B) saúde de baixa qualidade e alta taxa de mortalidade, o que faz a expectativa de vida ser baixa. São países instáveis com diversos conflitos sociais internos, corrupção exacerbada, grande desigualdade social, alto índice de desemprego o que alavanca a pobreza.

C) baixíssimo desenvolvimento econômico, social e tecnológico, além de obter IDH muito baixo, com investimentos precários em educação e, por isso, apresentam alta taxa de analfabetismo.

D) alto desenvolvimento econômico, social e tecnológico, elevado IDH, com destaque para um alto nível de escolaridade, grandes investimentos em pesquisa e tecnologia, alta expectativa de vida devido aos grandes investimentos em saúde e baixo índice de pobreza.

E) crescimento econômico elevado apesar de haver problemas sociais moderados, ao mesmo tempo que se desenvolvem tecnologicamente e economicamente, apresentam índices sociais médios, como educação, saúde, segurança e infraestrutura.

 

6- Muitas pessoas não sabem, mas, em alguns casos, o consumo exagerado pode se tornar uma doença, uma espécie de vício: a pessoa consumista só consegue obter prazer ou se sentir bem ao comprar coisas, mesmo que não tenha condições ou utilidade. Compram produtos de forma exagerada, sem ter a necessidade destes, e que muitas vezes nem serão utilizados. O descontrole e a falta de consciência fazem com que a pessoa seja levada pelo impulso da compra e o desejo de suprir suas necessidades, que na maioria das vezes, nem ela mesmo sabe quais são. O limite que separa o consumo exagerado de uma mera extravagancia é o prejuízo que este comportamento causa na vida da pessoa. 

 

 Entre as características de uma pessoa que não adota hábitos sustentáveis, estão: *

A) Reutilizar embalagens e objetos; Separar o lixo orgânico e reciclável, mesmo sem coleta seletiva, e faz o descarte correto dos itens, como pilhas e baterias; Ler os rótulos e busca a origem dos alimentos ou produtos, além de pesquisar sobre o processo produtivo; Priorizar produtos feitos com material reciclado e produtos orgânicos;

B) Colocar os alimentos dentro da geladeira somente quando já esfriaram; Planejar as compras de alimentos e de roupas; Compra produtos de produtores locais;

C) Comprar coisas sem necessidade ou utilidade; Comprar coisas que não usa ou o objeto se torna um obstáculo; Gasta mais do que ganha e compra mesmo que não tenha o valor; Sente alivio imediato e momentâneo no momento da compra;

D) Apaga as luzes ao sair dos ambientes; Fechar a torneira enquanto ensaboa as louças, lava as mãos ou escova os dentes, por exemplo, diminuindo o desperdício; Desligar os aparelhos eletrônicos que não estão em uso da tomada;

E) Aproveitar os papéis, utilizando frente e verso das folhas; Reduzir a papelada optando por contas digitais e recusando notas fiscais físicas, por exemplo; Optar, sempre que possível, pelo transporte coletivo ou compartilhado; Procurar utilizar bicicleta para se locomover, ao invés de carros ou motos;

 

 7- Observe o mapa sobre a ocorrência de chuvas ácidas. 

 

 

É possível inferir corretamente que a maior incidência do processo descrito ocorre em virtude *

A) dos incêndios florestais ocasionado de forma criminosa.

B) do baixo índice de desenvolvimento dos países periféricos.

C) da grande concentração urbana alinhada ao alto processo de industrialização.

D) da variação climática que provoca precipitações de alto volume, principalmente nas áreas tropicais.

E) do aumento considerável de áreas desmatadas preparadas para o agronegócio.

 

8- Leia o fragmento.

 

O “tsunami” que matou, em dezembro de 2004, milhares de habitantes de países banhados pelo Oceano Índico já estava quase esquecido quando, em final de maio de 2006, um forte tremor de terras na ilha de Java (Indonésia) fez novas vítimas, que chegam a cerca de 5 mil mortos. 

 

Os dois fenômenos, tsunamis e terremotos,

A)    estão relacionados às estruturas geológicas cristalinas, predominantes na região.

B)    têm origens semelhantes, pois ocorrem devido à movimentação das placas tectônicas.

C)    resultam dos desequilíbrios geotérmicos que ocorrem no núcleo, parte central da Terra.

D)    representam ocorrência comum nas regiões situadas no centro de uma placa tectônica.

E)    demonstram que os epicentros, locais de formação dos tremores, estão concentrados no hemisfério Sul.

 

9- Com relação à dinâmica populacional mundial assinale a alternativa INCORRETA.

a)    População absoluta está ligada a quantidade de pessoas de uma determinada área, mesmo que população total.

b)    Um país povoado está associado a população relativa, ou seja, a distribuição da população por área.

c)    Um povo está sempre associado ao poder de decisão político de uma população, associado a identidade cultural.

d)    Densidade demográfica refere-se à distribuição humana por Km², sinônimo de população relativa.

e)    A população mundial já alcançou a marca de 7,5 bilhões de habitantes e existe uma projeção para 2050 de que a população absoluta mundial não ultrapassará os 8 bilhões.

 

10- Leia o Texto.

 

Tendências globais em fecundidade

A população mundial ultrapassou os 7 bilhões e está projetada para alcançar 9 bilhões até 2050. Em termos gerais, o crescimento populacional é maior nos países mais pobres, onde as preferências de fecundidade são mais altas, onde os governos carecem de recursos para atender à crescente demanda por serviços e infraestrutura, onde o crescimento dos empregos não está acompanhando o número de pessoas que entram para a força de trabalho e onde muitos grupos populacionais enfrentam grandes dificuldades no acesso à informação e aos serviços de planejamento familiar.

Fonte: Population Reference Bureau, 2011.

 

Com base no texto, é CORRETO afirmar que

a)    as taxas de nascimento da população mundial têm declinado vagarosamente, contudo há grandes disparidades entre as regiões mais e menos desenvolvidas, como na África Subsaariana, onde as mulheres têm três vezes mais filhos, em média, que as das regiões mais desenvolvidas do mundo.

b)    a pobreza, a desigualdade de gênero e as pressões sociais revelam acesso desigual aos meios de prevenção à gravidez, mas não são consideradas nos índices demográficos como indicadores da persistente alta da taxa de fecundidade no mundo em desenvolvimento.

c)    o aumento do uso de contraceptivos é consideravelmente responsável pelo aumento das taxas de fecundidade nos países desenvolvidos. Globalmente, cerca de quatro mulheres escolarizadas, sexualmente ativas e na idade reprodutiva não adotam o planejamento familiar.

d)    a taxa de fecundidade total é uma medida mais direta do nível de longevidade que a taxa bruta de natalidade, uma vez que se refere ao envelhecimento da população feminina. Esse indicador mostra o potencial das mudanças de gênero nos países.

e)    uma média de cinco filhos por mulher é considerada a taxa de substituição de uma população, provocando uma relativa instabilidade em termos de números absolutos. Taxas acima de cinco filhos indicam população crescendo em tamanho cuja a evolução não altera a perspectiva econômica de um país.

 

11- Com base na imagem associe corretamente a numeração com as etapas do ciclo hidrológico.

Com base na imagem assinale a alternativa Correta. *

(A) 1- EVAPORAÇÃO, 2-PRECIPITAÇÃO , 3-ESCOAMENTO, 4-TRANSPIRAÇÃO

(B) 1- PRECIPITAÇÃO, 2- EVAPORAÇÃO, 3-ESCOAMENTO, 4-TRANSPIRAÇÃO

(C) 1- PRECIPITAÇÃO, 2- EVAPORAÇÃO, 3-TRANSPIRAÇÃO, 4-ESCOAMENTO

(D) 1-EVAPORAÇÃO , 2- PRECIPITAÇÃO , 3-TRANSPIRAÇÃO, 4-ESCOAMENTO

 

12- ROMPIMENTO DE BARRAGEM EM MARIANA

O rompimento da barragem em Mariana ocorreu na tarde de 5 de novembro de 2015 no subdistrito de Bento Rodrigues, a 35 km do centro do município brasileiro de Mariana, Minas Gerais. Rompeu-se uma barragem de rejeitos de mineração denominada "Fundão", controlada pela Samarco Mineração S.A., um empreendimento conjunto das maiores empresas de mineração do mundo, a brasileira Vale S.A. e a anglo-australiana BHP Billiton.

Inicialmente a mineradora Samarco informara que duas barragens haviam se rompido - a de Fundão e a de Santarém. Porém, no dia 16 de novembro, a Samarco retificou a informação, afirmando que apenas a barragem de Fundão havia se rompido. O rompimento de Fundão provocou o vazamento dos rejeitos que passaram por cima de Santarém, que, entretanto, não se rompeu. As barragens foram construídas para acomodar os rejeitos provenientes da extração do minério de ferro retirado de extensas minas na região.

O rompimento da barragem de Fundão é considerado o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história brasileira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio.

Ambientalistas consideraram que o efeito dos rejeitos no mar continuará por pelo menos mais cem anos, mas não houve uma avaliação detalhada de todos os danos causados pelo desastre. Segundo a prefeitura do município de Mariana, a reparação dos danos causados à infraestrutura local deverá custar cerca de cem milhões de reais.

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Rompimento_de_barragem_em_Mariana

 

Sobre os impactos socioambientais causados pelo rompimento da Barragem de Fundão assinale a alternativa que não indica uma consequência desse desastre.

(A) Foram espalhadas placas ao longo das praias informando que a água havia ficado imprópria para o banho.

(B) Em dois dias a mancha de lama se alastrou por mais de 15 quilômetros ao norte da foz do Rio Doce e mais sete quilômetros rumo ao sul.

(C) A lama de rejeitos afetou milhares de espécies da fauna e flora marinhas.

(D) A lama reduz os níveis de oxigênio na água, e, à medida que os sedimentos endurecem, podem alterar o curso das correntes e diminuir a fertilidade do solo.

(E) A tragédia não foi um acidente, tampouco fatalidade, mas erro na operação e negligência no monitoramento da barragem.

11- Leia o texto e, em seguida, responda os itens abaixo.

MONTE EVEREST

Coordenadas: 000 000 27° 59' 17" N 86° 55' 31" E

Altitude: 8848 m – Cordilheira do Himalaia

Países: Nepal e China -Continente Asiático

 

O monte Everest ou, na sua forma aportuguesada, Evereste, é a montanha de maior altitude da Terra. Seu pico está a 8 848 metros acima do nível do mar, na subcordilheira Mahalangur Himal dos Himalaias. A fronteira internacional entre o distrito nepalês do Solukhumbu e o distrito de Tingri da Região Autônoma do Tibete da China passa no cume. O Everest atrai muitos alpinistas, alguns deles experientes. Existem duas rotas principais de escalada: uma que se aproxima ao cume pela face sudeste, no Nepal (conhecida como a rota padrão) e outra pela face norte, no Tibete. Apesar da rota padrão não colocar desafios substanciais na técnica de escalada, o Everest apresenta perigos, tais como mal da montanha, condições climáticas, vento, bem como os perigos objetivos importantes, como avalanches. Em 2016, havia bem mais de 200 cadáveres na montanha, sendo que alguns deles chegam a servir como pontos de referência. Os primeiros esforços registrados para alcançar o topo do Everest foram feitos por alpinistas britânicos. Como na época o Nepal não permitia que estrangeiros fossem ao país, os britânicos fizeram várias tentativas na rota pelo lado norte, no território tibetano. Após a primeira expedição de reconhecimento pelos britânicos em 1921 chegar a 7 000 m pela encosta norte, uma expedição de 1922 chegou até 8 320 m, marcando a primeira vez que um humano esteve acima de 8 000 metros de altitude. Uma tragédia atingiu a equipe na descida, quando sete alpinistas foram mortos em uma avalanche. A expedição de 1924 resultou no maior mistério no Everest: George Mallory e Andrew Irvine fizeram uma tentativa de chegar ao cume em 8 de junho, mas nunca mais voltaram, o que provocou debate sobre se eles foram os primeiros a chegar ao topo. Eles haviam sido localizados no alto da montanha naquele dia, mas desapareceram nas nuvens e nunca mais foram vistos, até que o corpo de Mallory foi encontrado em 1999 a 8 155 metros de altitude na face norte da montanha. Em 1953, Tenzing Norgay e Edmund Hillary fizeram a primeira subida oficial do Everest usando a rota sudeste. Tenzing havia atingido 8 595 m no ano anterior como membro da expedição suíça de 1952. A equipe de montanhismo chinesa de Wang Fuzhou, Gonpo e Qu Yinhua fez a primeira ascensão relatada do pico pelo lado norte em 25 de maio de 1960.

 

Suponha que você esteja no alto do Everest, após uma longa escala, que alternativa indica as características corretas do tempo atmosférico e fatores climáticos do local?

a) Área de grande altitude, baixa temperatura, alta pressão atmosférica e clima frio de montanha.
b) Área de grande altitude, baixa temperatura, baixa pressão atmosférica e clima polar.
c) Área de pequena altitude, alta temperatura, baixa pressão atmosférica e clima frio.
d) Área de grande altitude, baixa temperatura, alta pressão atmosférica e clima polar.
e) Área de grande altitude, baixa temperatura, baixa pressão atmosférica e clima frio de montanha.

 

12- Os blocos econômicos, apesar de já terem sido apontados como movimento contrário a Globalização, representam, de fato, mais uma nuance desse processo, ao facilitar as trocas comerciais, a circulação de investimentos, de pessoas e a gestão comum de aspectos de interesse dos países membros, como defesa e o comércio com os países que não fazem parte do bloco. Analise as afirmativas a seguir:

I - O Mercado Comum e a Integração Econômica e Monetária são dois estágios distintos de integração, sendo diferenciado a partir da criação de uma moeda única e de instituições supranacionais responsáveis por coordenar o bloco, presente no segundo. 

II – A União Europeia, bloco mais avançado, concluiu a etapa de integração do Reino Unido, processo que ficou conhecido como Brexit. Os efeitos já são sentidos pelos britânicos, com estimativa de redução das importações de 40% por parte do bloco, que também deixam de ter livre circulação.

III – A União Europeia, apesar do avançado estágio de integração e da importância no comércio mundial, apresenta disparidades internas, representado por países com elevado PIB, a exemplo da Alemanha (US $ 3.8 tri.) e da França (US $ 2.7 tri.) e outros com PIB baixo, como Malta (US $ 14.9 bi) e Chipre (US $ 24.9 bi).

IV – O Mercosul, bloco que integra duas das maiores economias da América do Sul, chegou aos 30 anos em 2021 com diversos desafios, como a suspensão de um membro e disputas entorno da Tarifa Externa Incomum – TEC, envolvendo o Brasil que defende a redução e a Argentina, com posicionamento contrário.

V – O Brasil é o membro do Mercosul que concentra a menor parte das transações comerciais dentro e fora do bloco, sendo responsável por 76,7% de todas as exportações do Mercosul.

 Assinale a alternativa que contém somente itens corretos:

A)    II, IV e V.
B)    I, III e V.
C)    I, III e IV.
D)    II e IV.
E)    I, II e V. 

13- O rio São Francisco, popularmente conhecido por Velho Chico, é um dos mais importantes cursos de água do Brasil e da América do Sul. O rio passa por cinco estados e 521 municípios, sendo sua nascente geográfica no município de Medeiros e sua nascente histórica na serra da Canastra, no município de São Roque de Minas, centro-oeste de Minas Gerais. Seu percurso atravessa os estados de Minas Gerais e da Bahia, determina ao norte a fronteira entre a Bahia e Pernambuco e constitui a divisão natural entre os estados de Sergipe e Alagoas, vindo por fim a desaguar no Oceano Atlântico. Seu comprimento medido a partir da nascente histórica é de 2 814 quilômetros, mas alcança os 2 863 quilômetros quando medido a partir da nascente geográfica. Sua bacia hidrográfica tem uma área de aproximadamente 641 000 quilômetros quadrados.

O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem seis usinas hidrelétricas. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1 371 quilômetros de extensão, entre Pirapora (em Minas Gerais) e Juazeiro (na Bahia) / Petrolina (em Pernambuco), e o baixo, com 208 quilômetros, entre Piranhas (em Alagoas) e a foz, no Oceano Atlântico. Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (em Minas Gerais), Januária (em Minas Gerais), e até mesmo em Carinhanha (na Bahia), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.

As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia, ali inserida, é de apenas 37% da área total. A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais–Bahia e a cidade de Juazeiro (na Bahia), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual. Mesmo quando penetra a zona sertaneja semiárida, consegue manter-se perene, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade, e dos afluentes temporários da margem direita. Tem seu volume d'água diminuto, mas não totalmente, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente de seu alto curso e de afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho, o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_S%C3%A3o_Francisco

 De acordo com a bacia explicitada no texto assinale a alternativa correta.

A) A bacia mencionada apresenta grande importância hídrica para a região, porém, devido ao severo período de estiagem não favorece a fruticultura.

B) O rio São Francisco apresenta trechos de planaltos e trechos navegáveis que compromete e dificulta a instalação de usinas hidrelétricas por todo seu curso.

C) Por está localizado em um domínio morfoclimático marcado pelo clima semiárido, o rio São Francisco é de característica sazonal ou intermitente.

D) Devido a grande quantidade de usinas hidroelétricas o rio São Francisco não favorece a navegação.

E) Apesar de localizar-se em uma região de clima semiárido, a bacia do São Francisco é considerada a mais importante da Região Nordeste com forte potencial energético, além de favorecer a prática agrícola e o abastecimento hídrico urbano.

 

14- A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na Terra. O planeta Terra é constituído por uma extensa massa de água, correspondendo ao que conhecemos como hidrosfera.

Além de estar presente na composição do planeta, a água também compõe parte do nosso corpo, permitindo-nos pensar que falar de água é falar de sobrevivência. Essa substância é utilizada em atividades essenciais ao ser humano, como a produção agrícola, e também usada como solvente universal.

A água era considerada um recurso inesgotável. Contudo, desde que foi considerada um símbolo de riqueza, por ter sido transformada em uma mercadoria, passou também a ser sinônimo de conflito. O mau uso, o desperdício, sua distribuição, bem como sua ocorrência são responsáveis por criar conflitos em diversas regiões do mundo. A preocupação com a disponibilidade de água é pauta frequente nas discussões ambientais e geopolíticas.

 Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/agua.htm

 A respeito desse inestimável recurso é coerente afirmar que

 a) existe uma falsa ideia de que os recursos hídricos são infinitos. Realmente há muita água no planeta, mas menos de 3% da água do mundo é doce, e apresenta-se acessível a utilização humana.

b) a água é fundamental para o planeta e, apesar das primeiras formas de vida surgirem na água, a evolução desses organismos não mais depende desse recurso.

 c) a água é o mais crítico e importante elemento para a vida humana. Compõe de 60 a 70% do nosso peso corporal, regula a nossa temperatura interna e é essencial para todas as funções orgânicas.

d)  por não se distribuir de forma igualitária no globo, havendo regiões que possuem menos e outras mais, a água foi motivo de disputas ao longo da história, porém, com a evolução tecnológica, acabou se tornando acessível a todos.

e)  apesar dos conflitos regionais com relação a água, a previsão para o decorrer do século XXI é o enfraquecimento dos problemas ambientais mediante a tomada de práticas sustentáveis.

15- Uma das soluções para diminuir esse problema é a redução da emissão de poluentes atmosféricos em áreas urbanas. O plantio de árvores e a preservação de áreas verdes também são capazes de amenizar os seus efeitos. A cobertura vegetal, com capacidade natural de refletir e absorver uma parte do calor vindo da radiação solar também pode ser uma ótima alternativa. Outras soluções envolvem a utilização de materiais de construção com menor capacidade de reter calor e métodos de construção como telhados verdes e construções que utilizem cores claras. Superfícies escuras como o asfalto absorvem mais radiação eletromagnética.

 O fragmento acima explicita algumas soluções que auxiliam na redução da(o)s

A) chuvas ácidas.

B) Ilhas de calor.

C) Inversão térmica.

D) efeito estufa.

E) buraco na camada de ozônio.